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sábado, 7 de fevereiro de 2026

Se todo mundo soubesse disso, as empresas de repelente iam falir

Pode parecer exagero.
Mas depois que aprendi isso, fiquei me perguntando por que essa informação quase nunca aparece por aí.
Convivi por um tempo com uma senhora já aposentada, formada em Química, uma pessoa extremamente séria, experiente e de total credibilidade. Alguém que passou a vida inteira lidando com fórmulas, reações e substâncias — ciência de verdade.
Em uma conversa comum, reclamei das picadas de pernilongo, aquela coceira irritante que todo mundo conhece. Foi quando ela me explicou algo que eu simplesmente não sabia.
Ela disse que passar saliva (cuspe) diretamente sobre a picada pode fazer a coceira parar quase na hora.
Simples assim.
Segundo a explicação dela, a saliva humana contém enzimas que ajudam a neutralizar as substâncias que o pernilongo injeta na pele ao picar — justamente as responsáveis pela coceira. Além disso, a saliva altera o ambiente da pele e interrompe o sinal que o corpo envia ao cérebro dizendo que precisa coçar.
Resolvi testar.
E funcionou.
E aí vem a pergunta inevitável.
Se todo mundo soubesse disso desde cedo, quantos produtos vendidos para aliviar picadas, coceiras e irritações seriam realmente indispensáveis? Não estou dizendo que medicamentos não tenham utilidade — eles têm, principalmente em casos mais graves. Mas é curioso como soluções simples, naturais, imediatas e gratuitas quase nunca ganham destaque.
Talvez porque não estejam em nenhuma prateleira.
Talvez porque não tenham embalagem bonita.
Ou talvez porque ninguém ganhe nada vendendo isso.
Coincidência?
Cada um tire sua própria conclusão.
Claro, esse método funciona melhor quando a picada é recente e a pele está intacta, sem ferimentos. Não substitui tratamento médico quando necessário. Mas como solução rápida, acessível e sempre disponível, é no mínimo impressionante.
Às vezes, o conhecimento mais poderoso não vem da propaganda — vem da experiência de quem realmente entende do assunto.
Eu aprendi.
Agora compartilho.
E espero que mais pessoas vejam.

sábado, 31 de janeiro de 2026

O Mundo Sem ONU: Quem Vai Avisar da Próxima Pandemia? Quem Vai Socorrer os Países?

ONU à Beira do Colapso: O Que Acontece com a Saúde, a Paz e as Cidades Pequenas?
Não é ficção. Não é exagero. Não é teoria da conspiração.

A Organização das Nações Unidas (ONU) vive hoje a maior crise financeira e política de sua história. E, se esse sistema falhar, o mundo inteiro vai sentir primeiro — principalmente os mais pobres, as cidades pequenas e os países em desenvolvimento.

A pergunta que precisa ser feita, com toda a seriedade, é simples e assustadora:

👉 quem vai coordenar o mundo quando a próxima grande crise chegar?

🚨 A ONU está quebrando?

A ONU não “acabou” oficialmente, mas enfrenta um risco real de colapso operacional. Falta dinheiro, falta consenso político e falta liderança global capaz de unir os países em torno de soluções coletivas.
Milhares de milhões de dólares em contribuições obrigatórias não foram pagos por países-membros. Sem esse dinheiro, a ONU começa a atrasar programas, cortar projetos e reduzir sua capacidade de agir.

👉 Uma organização global sem caixa não consegue prevenir guerras, responder a pandemias nem apoiar países em crise.

🌍 O papel dos Estados Unidos e a pressão para enfraquecer a ONU

Os Estados Unidos, historicamente o maior financiador da ONU, vêm reduzindo apoio financeiro e político. Esse movimento se intensificou com Donald Trump, que sempre declarou abertamente sua rejeição ao multilateralismo.
Trump defende que os EUA não devem sustentar organismos internacionais e já sinalizou interesse em criar estruturas alternativas, controladas apenas por um grupo restrito de países aliados.

O problema é simples e perigoso:

👉 não existe hoje nenhuma outra organização capaz de substituir a ONU em escala global.

Enfraquecer a ONU sem colocar nada funcional no lugar é abrir um vazio. E vazios globais nunca ficam vazios por muito tempo — eles são ocupados por conflitos, crises e caos.

🦠 E a OMS? Quem vai avisar o mundo?
A Organização Mundial da Saúde (OMS) é uma das maiores vítimas desse processo.

Foi a OMS que:

Alertou o mundo sobre a COVID-19
Coordenou respostas a epidemias como Ebola e gripe aviária

Monitorou variantes e riscos globais à saúde
Sem uma OMS forte:

Países pobres ficam sem alerta antecipado
Sistemas de saúde colapsam antes de reagir
Doenças atravessam fronteiras sem controle
Vírus não pedem visto, não respeitam ideologia e não escolhem país rico ou pobre.

👉 Sem coordenação global, todos ficam vulneráveis.

⚔️ E a paz mundial?

A ONU também atua como mediadora de conflitos. Quando ela enfraquece:
Guerras regionais tendem a escalar
Falta um árbitro reconhecido
Prevalece a lei do mais forte
Isso significa mais refugiados, mais instabilidade econômica e mais crises humanitárias.

🏙️ O impacto invisível: cidades pequenas e o interior

Esse é o ponto que quase ninguém explica.
A ONU não atua só em guerras e grandes crises. Ela está presente, direta ou indiretamente, em:

Projetos sociais
Programas de saúde
Apoio ambiental
Turismo sustentável
Desenvolvimento local
Parcerias com estados, municípios e ONGs
Em regiões como:
Itatiaia
Resende
Volta Redonda
Sul Fluminense

O enfraquecimento da ONU pode significar:
Menos recursos para projetos sociais
Menos apoio ambiental e turístico
Menos programas de geração de renda
Municípios isolados, dependendo apenas de orçamentos já apertados

👉 Cidades pequenas sentem primeiro.

🌍 Estamos caminhando para uma crise mundial?

Crises globais não começam com explosões. Elas começam com:
Instituições enfraquecidas
Falta de cooperação
Cada país por si
Quando a próxima grande pandemia, guerra ou colapso econômico acontecer, a pergunta será cruel:

👉 quem vai coordenar a resposta?
Sem ONU forte, sem OMS estruturada e sem cooperação internacional, o mundo reage tarde, mal e de forma desigual.

🧠 Conclusão: o alerta que precisa ser ouvido
O que está em jogo não é apenas a ONU, mas o modelo de proteção coletiva que evita que crises virem tragédias globais.
Quando organismos internacionais enfraquecem:
Quem paga a conta primeiro não são as grandes potências
São os trabalhadores
As cidades pequenas
Os países mais vulneráveis
Ignorar esse debate hoje é aceitar o risco de um amanhã mais inseguro, mais desigual e mais instável.

A pergunta final fica para cada leitor:

👉 se o mundo ficar sem coordenação global, você acha mesmo que sua cidade ficará protegida?

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

O petróleo da Venezuela e o risco de uma crise mundial


Quando se fala em Venezuela, muita gente pensa apenas em política ou em conflitos internos.
Mas o que realmente está no centro dessa história é algo que afeta todo mundo, em qualquer país:
O petróleo.

Uma das maiores reservas do planeta
A Venezuela possui uma das maiores reservas de petróleo do mundo.
Isso significa que qualquer interferência direta nesse país — seja por sanções, controle externo ou ações militares — impacta imediatamente o mercado global de energia.
E o petróleo não afeta só governos ou grandes empresas.
Ele está presente em praticamente tudo na nossa vida cotidiana.

Onde o petróleo pesa no bolso do povo
O petróleo influencia diretamente:

o preço da gasolina, que vai no tanque do carro;
🚚 o óleo diesel, que move caminhões, ônibus, tratores e toda a cadeia de transporte;
🔥 o gás de cozinha, que chega à casa do povo;
🛒 o frete dos alimentos, encarecendo arroz, feijão, carne e pão;
⚡ a energia, a indústria, os serviços e o custo de vida como um todo.
Quando uma potência interfere, o mundo reage

Quando uma potência como os Estados Unidos interfere diretamente em um país produtor de petróleo, o mercado reage imediatamente.

Investidores ficam inseguros;
O preço do barril oscila;
A instabilidade é repassada para a população mundial.
O discurso pode ser político, judicial ou até moral.
Mas, na prática, o petróleo vira instrumento de pressão e controle.
E toda vez que o petróleo entra em crise, o mundo inteiro sente.
É assim que começam as crises globais
As consequências seguem um padrão conhecido:
aumento dos combustíveis;
inflação generalizada;
custo de vida fora de controle;
empobrecimento das populações mais vulneráveis.

E aqui está um ponto central:
Quem paga essa conta não são os grandes líderes.
Nem os donos das petroleiras.

👉 Quem paga é o povo.

O trabalhador, o caminhoneiro, a dona de casa, o pequeno comerciante.
Não é “problema da Venezuela”

Por isso, esse assunto não pode ser tratado como algo distante.

❌ Não é “problema da Venezuela”;
❌ Não é “briga de governo”.
✔ É um problema mundial.

Quando o controle do petróleo sai das mãos de um país e passa a ser decidido por interesses externos, abre-se um precedente perigoso.

Hoje é a Venezuela.
Amanhã pode ser qualquer outro país rico em recursos naturais.
Energia, poder e controle
Quando a população começa a perceber que:
o preço da gasolina não sobe por acaso;
o diesel e o gás encarecem por decisões geopolíticas;
a pressão cresce.
Nenhum governo consegue sustentar uma crise global prolongada quando a maioria da população está contra.

A história mostra:
👉 quem controla a energia, controla economias;
👉 quem controla economias, controla vidas.
Informação é defesa

Por isso, informação, consciência e posicionamento são fundamentais.
Porque quando o petróleo vira arma política,
o impacto não fica lá fora —
ele chega dentro da nossa casa.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Do Ouro Negro ao Antigo Cativeiro — Dois Governantes, Dois Impérios, uma História de Soberania Roubada

Em dois momentos históricos separados por milênios, encontramos uma profunda e simbólica conexão entre a ganância dos impérios e a resistência de líderes que se recusaram a entregar os recursos e a dignidade de seus povos.

No século VI a.C., o rei **Zedequias — o último rei de Judá — foi colocado no trono por Nabucodonosor II, poderoso rei da Babilônia. No entanto, quando Zedequias tentou resistir à autoridade babilônica, Jerusalém foi sitiada, o Templo foi destruído e Zedequias foi capturado. Ele viu seus próprios filhos serem mortos diante de seus olhos, teve seus olhos perfurados e foi levado em cativeiro para a Babilônia — um ato que simbolizou a derrota completa de sua nação e a perda de sua soberania. 

Esse episódio, registrado na história bíblica, não é só um relato religioso, mas um símbolo de como potências estrangeiras sempre perseguiram a riqueza e o controle de outros 

 Século XXI: A Luta pelo “Ouro Negro

Nos nossos dias, outra narrativa semelhante vem sendo contada com protagonista moderno. A Venezuela, detentora de uma das maiores reservas de petróleo do mundo, tornou-se palco de um gigantesco embate geopolítico no início de 2026.

Em uma operação militar, o presidente venezuelano Nicolás Maduro foi capturado por forças armadas dos Estados Unidos e levado para julgamento em solo norte-americano. Isso gerou forte condenação por parte do governo venezuelano e aliados regionais, que classificaram o ato como um “sequestro” e agressão à soberania.

Donald Trump, que liderou a intervenção, deixou claro que parte da estratégia envolvia envolver fortemente os Estados Unidos no setor petrolífero venezuelano — um movimento descrito tanto nos meios internacionais quanto nos canais oficiais.

Justamente como no passado quando Nabucodonosor cobiçava os tesouros de Jerusalém, hoje o “ouro negro” — o petróleo venezuelano — tem sido um fator central dessa disputa moderna. Enquanto Zedequias se recusou a submeter sua terra à Babilônia, Maduro também se apresentou como um líder que defendia os recursos nacionais contra pressões externas — inclusive contra tentativas de tomar o controle do petróleo.

🧠 Soberania, Resistência e Memória

A história nos ensina que impérios sempre buscaram controlar aquilo que consideram recursos estratégicos — sejam metais preciosos ou petróleo. Na narrativa bíblica, Nabucodonosor tomou a riqueza e o povo de Jerusalém; na realidade moderna, acusações de controle de recursos energéticos e de intervenção continuam colidindo.
Para muitos venezuelanos e observadores internacionais, o episódio de 2026 representa não apenas uma disputa judicial ou militar, mas um desafio à soberania de uma nação que, como Judá há séculos atrás, se viu diante de uma potência disposta a tomar o que considera vital à sua própria prosperidade.

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Emanuel Venâncio: Um Educador Que Está Transformando Vidas em Moçambique

Em meio a uma geração movida pela tecnologia e pela velocidade das redes sociais, algumas pessoas conseguem ir além da tela e transformar impacto digital em impacto real. Entre esses nomes está Emanuel Venâncio, professor moçambicano e criador de conteúdo que vem construindo uma trajetória de solidariedade, educação e dedicação ao próximo.
Mesmo com recursos limitados, Emanuel encontrou nas plataformas digitais uma forma de conectar pessoas, contar histórias e mobilizar ajuda para famílias e comunidades que enfrentam desafios diários. Seu trabalho não é institucional, não é político: é humano. E é justamente esse compromisso com o bem que vem inspirando milhares de seguidores em Moçambique, no Brasil e em outros países.

Educação como ponto de partida

Antes de se tornar influenciador, Emanuel já era professor. E isso aparece em tudo o que faz: na forma como fala com as crianças, na maneira respeitosa de abordar as famílias, na consciência de que a educação transforma vidas.
Várias das ações que ele desenvolve atualmente estão ligadas diretamente à escolaridade. Com apoio de seguidores, Emanuel já ajudou a reformar escolas, reconstruir salas de aula e garantir condições melhores para estudantes de regiões carentes. A educação é o centro de sua missão.

Projetos sociais que chegam a quem mais precisa

Com transparência e simplicidade, Emanuel mostra o dia a dia das comunidades que visita:

famílias que recebem alimentos;

crianças que ganham uma refeição especial;

mulheres e idosos contemplados com roupas, mantimentos e cuidados;

casas humildes que passam por reforma;

e, em alguns casos, construções completas, que devolvem dignidade a quem perdeu tudo.

Essas ações só são possíveis graças a uma corrente generosa formada em grande parte por seguidores brasileiros — muitos deles tocados pelas histórias reais que ele compartilha.

Emanuel não promete nada além do que pode fazer. E tudo o que faz, ele mostra: desde a compra dos materiais até o acompanhamento final.

A futura ONG: um passo natural e responsável

Com o crescimento do alcance e dos projetos, nasceu a necessidade de organizar as ações de forma mais estruturada. Por isso, está em andamento a criação de uma ONG oficial, que dará ainda mais responsabilidade, transparência e capacidade de atuação.
A ONG não é para fins políticos — é para ajudar.
Ela permitirá que todas as ações sigam regras claras, respeitadas por qualquer instituição séria, e garantirá mais segurança para quem deseja contribuir.

Um exemplo que inspira sem atacar ninguém

É importante lembrar: Emanuel não atua contra governo, contra instituições ou contra qualquer pessoa. Seu trabalho não é de oposição — é de apoio às famílias que mais precisam. Ele sempre age com respeito, ética e empatia. Seu objetivo é ajudar, não se envolver em conflitos.

E justamente por agir com serenidade e equilíbrio, ele conquistou a confiança de milhares.

Como ajudar — se desejar

Muitas pessoas perguntam como podem colaborar com o trabalho dele.
Para quem deseja participar dessa corrente do bem, o próprio Emanuel disponibiliza em suas redes sociais uma chave Pix para doações destinadas às ações sociais e, futuramente, à ONG em construção.

LulaPix:
📌 71835984118
(Chave PIX disponibilizada pelo próprio Emanuel em seu perfil público)

Qualquer valor faz diferença — e a transparência sempre foi marca de tudo que ele realiza.

Um futuro de esperança

O impacto de Emanuel Venâncio não está apenas nas doações ou no trabalho social. Está no exemplo. Ele mostra que cada pessoa pode fazer a diferença onde está — e que a solidariedade não tem fronteiras.

Moçambique sempre foi uma terra de gente forte, acolhedora e determinada. Emanuel é parte dessa força. E enquanto continuar trabalhando com humildade, respeito e dedicação, continuará inspirando muitos outros.

Seu nome não precisa de holofotes.
Ele precisa apenas continuar fazendo o que sempre fez: ajudar, ensinar e transformar vidas.

segunda-feira, 10 de novembro de 2025

🌹 Tiana: a travesti de 92 anos que virou símbolo de resistência no Brasil

Em um país onde a expectativa de vida de pessoas trans e travestis gira em torno de apenas 35 anos, segundo dados da ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais), o fato de Tiana ter chegado aos 92 anos de idade é, por si só, um ato de resistência e milagre.

Moradora de Governador Valadares (MG), Tiana é reconhecida como a travesti mais idosa do Brasil. Negra, de origem humilde e profundamente religiosa, ela construiu sua história desafiando preconceitos, violências e exclusões que marcaram a vida de muitas pessoas trans ao longo das décadas. Sua fé e coragem a tornaram uma referência viva de força e dignidade.

Agora, a história dessa mulher inspiradora ganha destaque nacional com o curta-documental “Meu Nome é Tiana”, dirigido por Dafny Bastet, que estreia dia 10 de novembro na HBO e HBO Max, e também será exibido no canal TLC no dia 18/11, às 23h50.
O filme integra o programa Narrativas Negras Não Contadas – Black Brazil Unspoken, iniciativa da Warner Bros. Discovery (WBD Access) que apoia talentos negros no audiovisual brasileiro.

Segundo a diretora, o documentário é uma celebração da vida, fé e resistência de Tiana:

> “Tiana me ensina a viver com mais coragem. Espero que o filme inspire outras pessoas a serem fiéis a si mesmas, sem medo de ser feliz”,
declarou Dafny Bastet.

Em meio à violência e à intolerância ainda enfrentadas pela população LGBTQIAPN+, Tiana é um farol de esperança. Sua longevidade é um lembrete poderoso de que ser quem se é, com orgulho e fé, é uma das formas mais belas de enfrentar o mundo.
Mesmo aos 92 anos, ela continua sendo presença ativa na comunidade de Governador Valadares — uma mulher que uniu fé e identidade, sem renunciar a nenhuma das duas.

O filme “Meu Nome é Tiana” promete emocionar e inspirar, mostrando que a força de uma vida pode romper todas as barreiras.
Tiana é, acima de tudo, uma guerreira brasileira, cuja história merece ser contada, celebrada e lembrada como símbolo de resiliência, fé e amor próprio.

📺 Estreia

HBO Max e HBO: 10 de novembro

TLC: 18 de novembro, às 23h50

📚 Fontes consultadas: Revista Afirmativa, Observatório G, Cinemateca Brasileira, Black Company, ANTRA, Warner Bros. Discovery.
📍 Governador Valadares (MG)


sábado, 1 de novembro de 2025

💣 BOMBA! A CAIXA VAI ENTRAR NO MUNDO DAS BETS – E O GOVERNO AINDA NÃO SABE SE GOSTA DISSO

Eu vou ser direto: essa notícia pode mudar o jogo — e não é força de expressão. Está circulando que a Caixa Econômica Federal, o banco público mais tradicional do país, vai lançar sua própria plataforma de apostas esportivas online, apelidada de “Bet da Caixa”.

O plano é entrar de vez nesse mercado que, até pouco tempo atrás, era dominado por sites privados com nomes chamativos e propagandas em todos os cantos da internet. Agora, quem chega é o Estado brasileiro, colocando o pé num setor que movimenta bilhões de reais, mas também levanta questões morais e sociais profundas.

E é aí que a história fica interessante.

De um lado, é uma jogada estratégica. As loterias tradicionais da Caixa vêm perdendo força, principalmente entre os jovens, que preferem a adrenalina das apostas esportivas. Criar uma plataforma própria pode ser uma forma de recuperar arrecadação e competir de igual para igual com as bets privadas.

Mas do outro lado — e esse é o ponto que gera desconforto político — está a contradição moral e social.
Como uma instituição pública, criada para promover políticas sociais e ajudar na distribuição de renda, pode agora incentivar um tipo de jogo que, segundo especialistas, pode causar vício, endividamento e desequilíbrio familiar?

Essa é a pergunta que o governo vai ter que responder — e rápido.

Há rumores de que o presidente Lula não teria gostado da ideia. E, sinceramente, faz sentido. Um governo que defende o trabalhador e fala em cuidar do povo pode se ver num dilema ético: apostar na arrecadação ou na prudência?

Na prática, o que parece é que a Caixa tenta modernizar sua imagem, entrar na era digital e não perder espaço num setor que só cresce. Só que há um risco real de o Estado cruzar uma linha tênue entre “jogo controlado” e “jogo patrocinado pelo próprio governo”.

Os dados mostram que o Brasil está caminhando para se tornar um dos maiores mercados de apostas do mundo. Só em 2024, esse setor movimentou mais de R$ 20 bilhões. Se a Caixa conseguir capturar uma fatia disso, o lucro será gigantesco. Mas a pergunta que fica é: a que custo social?

O Brasil sempre teve uma relação ambígua com o jogo. Quando é proibido, ele sobrevive nas sombras. Quando é liberado, vira febre nacional. Agora, quando o jogo passa a ser negócio do próprio Estado, estamos entrando numa nova fase — onde o moral, o político e o econômico se misturam como nunca.

Se Lula vai permitir ou vetar, apoiar ou recuar, ainda não dá pra saber. Mas uma coisa é certa: o “Bet da Caixa” vai fazer barulho.
E talvez essa seja a aposta mais arriscada que o governo já fez.