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sábado, 27 de setembro de 2025

O Pesadelo na Pousada


Eu me deitei para descansar naquela noite na pousada, querendo só uns minutos de paz. Fechei os olhos e o sono veio rápido, profundo, mas carregado de uma sensação estranha. Algo no ar parecia pesado, como se houvesse uma presença me observando.

De repente, me vi deitado na cama do quarto. Virei a cabeça para o lado... e lá estava ele: Jason, o assassino mascarado dos filmes de terror, parado, imóvel, com uma faca enorme na mão. Naquele instante, o medo tomou conta de mim. Meu coração disparou e, num impulso, eu pulei da cama e saí correndo, enquanto ele vinha atrás de mim, pronto para me atacar.

Corri por um corredor estreito e entrei em outro cômodo, batendo a porta atrás de mim. Quando olhei ao redor, ele simplesmente sumiu, como se nunca tivesse estado ali. Respirei fundo, tentando me acalmar, e voltei ao quarto. Foi então que senti um frio na espinha: eu me vi deitado novamente na cama, exatamente como antes.

Desesperado, corri de novo, dessa vez para fora da pousada. Enquanto corria, peguei o celular e comecei a ligar para a polícia, falando sem parar, pedindo socorro. A DPO ficava perto dali, e eu fui direto para lá. Quando cheguei, já havia uma multidão em frente à pousada. Dois policiais me acompanharam de volta.

No meio da confusão, veio a revelação: o homem mascarado não era Jason, mas sim o Coruja — alguém que eu conhecia. Meu coração ficou em pedaços. Era como se o mundo tivesse virado do avesso.

Mais tarde, já perto das quatro da manhã, eu consegui adormecer novamente. Mas, de repente, acordei assustado ao ouvir uma voz suave e clara me chamando:
— Neném!

Abri os olhos na hora, olhei ao redor... não havia ninguém. Só o quarto silencioso, mergulhado na escuridão.

Fiquei ali, imóvel, tentando entender. Foi apenas um sonho? Um aviso? Ou algo que eu não consigo explicar?

Naquele instante, só consegui sentir uma certeza: nem todo terror fica preso nos filmes, e nem toda voz vem de alguém que podemos ver.

sexta-feira, 26 de setembro de 2025

São Cosme e São Damião: Generosidade, Doçura e Tradição Popular no Brasil

O dia 27 de setembro é especial no Brasil: é o dia de São Cosme e São Damião, santos gêmeos conhecidos por sua generosidade, dedicação aos doentes e amor às crianças. A festa que leva seus nomes mistura fé, cultura popular e solidariedade, sendo celebrada tanto em igrejas quanto nas ruas, com uma tradição que conquistou todas as regiões do país: a distribuição de doces.

A História dos Santos

Cosme e Damião eram irmãos gêmeos que viveram no século III na cidade de Cilícia, região que hoje pertence à Turquia. Formados em medicina, praticavam a caridade, atendendo gratuitamente todos que precisavam de ajuda. A fama de sua generosidade se espalhou, e eles foram martirizados por se recusarem a abandonar a fé cristã. No Brasil, a devoção a eles se intensificou, especialmente no Nordeste e Sudeste, tornando-os protetores das crianças e símbolo de cuidado e solidariedade.

Por Que Distribuir Doces?

O costume de dar doces no dia 27 de setembro tem raízes profundas na história e na cultura brasileira:

1. Representação da generosidade: Dar doces simboliza o cuidado gratuito que os santos ofereciam aos necessitados.

2. Foco nas crianças: Cosme e Damião são considerados protetores dos pequenos, e o gesto de entregar balas, pirulitos ou bolos reflete carinho e atenção.

3. Valor simbólico dos doces: Na época colonial, doces eram raros e valiosos, e distribuí-los significava compartilhar algo precioso.

4. Tradição de partilha: Famílias e comunidades adotaram o costume como um ato coletivo de união e solidariedade, ensinando às crianças o valor da generosidade.

Como a Festa É Comemorada pelo Brasil

Embora tenha origem religiosa, a festa de São Cosme e São Damião se espalhou pelo país como uma celebração popular, com costumes que variam de região para região:

Distribuição de doces: Em cidades grandes e pequenas, crianças recebem balas, bolos e pirulitos de vizinhos e familiares.

Festas comunitárias: Igrejas, escolas e associações promovem quermesses, brincadeiras e apresentações culturais.

Missas e celebrações religiosas: As paróquias realizam missas, bênçãos das crianças e dos alimentos distribuídos.

Eventos culturais: Encenações da vida dos santos, procissões e pequenas peças teatrais são comuns em algumas cidades, reforçando a história e os valores dos santos.

Adaptação regional: No Nordeste, a festa tem clima de quermesse; no Sudeste, há famílias que preparam cestas de doces para a vizinhança; em regiões do Sul, a distribuição é combinada com encontros comunitários.

Curiosidades

A tradição de distribuir doces se tornou tão popular que, em muitas regiões, crianças de todas as crenças esperam ansiosamente o dia 27 para receber balas e pirulitos.

Em algumas cidades do Nordeste, o costume se mistura com festas juninas, com barraquinhas de doces e brincadeiras típicas.

Na Umbanda e na Candomblé, Cosme e Damião são associados a entidades infantis e protetores das crianças, reforçando a relação da festa com cuidado e alegria.

A festa de São Cosme e São Damião é um exemplo de como a religião, a cultura popular e a solidariedade se entrelaçam no Brasil. Mais do que celebrar santos, o dia 27 de setembro é um momento de partilha, carinho e alegria, ensinando às crianças e adultos que a generosidade pode ser simples, doce e acessível a todos.

terça-feira, 23 de setembro de 2025

🌐 A Virada Geopolítica: Lula, Trump e o Enfraquecimento do Bolsonarismo

Nos últimos dias, o cenário político internacional passou por uma mudança significativa que promete impactar diretamente a política brasileira. O encontro na ONU trouxe novos elementos para o tabuleiro global e surpreendeu aliados e adversários.
O movimento mais inesperado foi a aproximação entre Donald Trump e o presidente Lula, que até pouco tempo atrás se posicionavam em lados opostos. Essa guinada altera profundamente o equilíbrio de forças e atinge em cheio o bolsonarismo, que sempre contou com Trump como seu principal símbolo e aliado internacional.

1. O Cenário Internacional Antes da Mudança

Historicamente, Donald Trump e Jair Bolsonaro mantinham uma relação de forte alinhamento ideológico. Ambos defendiam pautas conservadoras, criticavam políticas ambientais globais e se apresentavam como líderes de uma nova direita internacional.
Nesse contexto, o bolsonarismo via em Trump uma referência e uma espécie de proteção externa. A narrativa construída era de que Lula estava isolado internacionalmente e que Bolsonaro tinha aliados poderosos no exterior, especialmente os Estados Unidos sob influência de Trump.

Esse cenário começou a ruir quando Lula assumiu a presidência e passou a reconstruir a imagem diplomática do Brasil.

Lula retomou laços com países da Europa, América Latina e Ásia.

Colocou o Brasil de volta ao centro das discussões sobre clima, economia e direitos humanos.

Trouxe de volta o conceito de "Brasil protagonista", equilibrando relações com diferentes potências.

Porém, mesmo com esses avanços, o bolsonarismo ainda confiava que Trump seria um contraponto, principalmente se vencesse as eleições americanas em 2024.

2. A Surpreendente Aproximação de Trump com Lula

Durante a Assembleia Geral da ONU, um movimento inesperado ocorreu: Donald Trump buscou aproximação com Lula.
Segundo relatos, Trump marcou três encontros com Lula durante o evento, gerando surpresa na comunidade internacional e no Brasil.

Essa mudança tem raízes no pragmatismo político. Trump, como candidato em sua própria campanha presidencial, entende que precisa manter boas relações com líderes estratégicos, independentemente de ideologia.
O Brasil, sob o comando de Lula, tem hoje grande peso global em áreas como:

Energia limpa e transição energética.

Alimentos e commodities, essenciais para segurança alimentar mundial.

Amazônia e clima, um tema central nas discussões globais.

Trump não poderia se dar ao luxo de tratar Lula como inimigo e correr o risco de os EUA perderem espaço de influência para China e Europa no Brasil.

3. Impacto Positivo para o Brasil

Para o Brasil, essa aproximação representa uma vitória estratégica:

1. Fortalecimento da soberania – Lula demonstra que o país não depende de nenhuma potência e pode dialogar com diferentes blocos globais.

2. Mais investimentos – Com EUA, Europa e China competindo por espaço no Brasil, aumenta a possibilidade de acordos econômicos vantajosos.

3. Isolamento de narrativas radicais – A imagem de Lula como líder respeitado internacionalmente desmonta a narrativa de que ele seria um presidente isolado ou rejeitado.

O encontro na ONU também reforça a visão de Lula como mediador global, capaz de dialogar com nações que estão em conflito, elevando o prestígio do Brasil na geopolítica.

4. O Isolamento de Bolsonaro e do Bolsonarismo

Se por um lado Lula saiu fortalecido, Bolsonaro e sua base foram diretamente enfraquecidos.

O bolsonarismo sempre usou Trump como símbolo máximo de sua ideologia.
Eduardo Bolsonaro, em especial, cultivou laços próximos com grupos conservadores nos EUA, tentando reproduzir no Brasil a narrativa trumpista.

Agora, com Trump se aproximando de Lula, Bolsonaro perde:

O principal apoio internacional simbólico.

Argumentos para sua narrativa de que teria aliados poderosos no exterior.

Proteção política em processos internacionais e investigações no Brasil.

Sem Trump, Bolsonaro fica isolado e vulnerável, especialmente diante de processos no STF e possíveis investigações sobre a tentativa de golpe em 8 de janeiro.

5. A Polêmica Fala de Eduardo Bolsonaro

Em meio a esse cenário, Eduardo Bolsonaro fez uma declaração que gerou forte repercussão:
ele sugeriu que os Estados Unidos enviassem um porta-aviões para perto do Brasil.

Essa fala pode ser interpretada como um pedido de interferência estrangeira, o que é extremamente grave sob a ótica legal e constitucional.
Se enquadra em crimes como:

Incitação à intervenção estrangeira.

Atos contra a soberania nacional.

Atos antidemocráticos.

Essa declaração coloca Eduardo no centro de uma possível investigação e pode gerar consequências jurídicas severas, tanto para ele quanto para a imagem do bolsonarismo.

6. Como a Comunidade Internacional Vê o Brasil Agora

Com Trump se aproximando de Lula e outros líderes globais já apoiando o Brasil, a percepção internacional mudou drasticamente:

O país volta a ser visto como ator-chave na diplomacia mundial.

A ideia de um Brasil governado por radicais ou isolado do mundo perde força.

Líderes que antes tinham receio de Lula agora se aproximam, buscando diálogo e acordos.

Esse reposicionamento internacional eleva o prestígio brasileiro e coloca Bolsonaro e sua base em posição defensiva, sem espaço para atacar Lula no campo diplomático.

7. A Derrota Estratégica do Bolsonarismo

O bolsonarismo sofre uma derrota em três frentes simultâneas:

1. Política internacional – perde Trump como aliado estratégico.

2. Narrativa interna – não pode mais sustentar que Lula está isolado.

3. Base jurídica – com Eduardo Bolsonaro se expondo em falas perigosas, abre-se caminho para investigações e punições.

Essa derrota enfraquece o movimento e pode comprometer a capacidade de mobilização para 2026.

Um Novo Tabuleiro Global

A aproximação de Trump com Lula representa uma virada histórica.
Enquanto Lula se consolida como líder global e fortalece a imagem do Brasil, Bolsonaro e sua base ficam sem referências externas e perdem espaço na política nacional.

Esse movimento traz ganhos concretos para o Brasil:

Mais investimentos.

Mais acordos internacionais.

Mais equilíbrio diplomático.

E sinaliza que, na política internacional, pragmatismo fala mais alto do que ideologia.
Trump, mesmo sendo conservador, optou por fortalecer laços com Lula em nome dos interesses estratégicos dos Estados Unidos.

Para o bolsonarismo, esse é um golpe duríssimo, que exige reavaliação de estratégias e pode marcar o início de um isolamento político sem precedentes.

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

A Entrega da Impunidade: Quando a Direita Passa a Bandeira para a Esquerda

Nos últimos dias, vimos um movimento no Congresso que escancarou uma contradição histórica.
A direita e o Centrão, que durante anos se apresentaram como os paladinos da moralidade, agora trabalham para aprovar uma PEC que blinda políticos de serem responsabilizados e ainda tentam anistiar os envolvidos nos ataques de 8 de janeiro, que tentaram derrubar o resultado das urnas.

Ao insistirem nessas pautas, eles entregaram à esquerda algo que parecia perdido: a bandeira do combate à impunidade.
Agora, são os setores progressistas que defendem a ideia simples, mas poderosa, de que ninguém pode estar acima da lei — nem políticos, nem golpistas.

Esse embate vai muito além de uma disputa partidária. Ele define se teremos um país em que as regras valem para todos ou apenas para quem tem poder e influência.
Se a sociedade enxergar isso com clareza, 2026 pode ser o ano em que a narrativa muda de lado — e aqueles que tentaram se proteger serão lembrados como os verdadeiros defensores da impunidade.

quinta-feira, 11 de setembro de 2025

Bolsonaro condenado: um marco histórico na política brasileira ⚖️🇧🇷

Hoje, 11 de setembro de 2025, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro por sua participação em uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Bolsonaro foi condenado por cinco crimes graves:

1. Tentativa de golpe de Estado

2. Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito

3. Organização criminosa armada

4. Dano qualificado com violência

5. Deterioração de patrimônio tombado

Ainda falta definir a dosimetria da pena, ou seja, o tempo exato que ele deverá cumprir. Especialistas apontam que, somadas, as penas podem chegar a até 43 anos de prisão, caso o STF aplique os limites máximos previstos em lei.

Mas, isso não significa que Bolsonaro vá para a cadeia imediatamente.
Agora começa a fase dos recursos. A defesa pode entrar com embargos de declaração e, dependendo do caso, embargos infringentes, tentando reverter ou reduzir a condenação. A execução da pena só poderá ocorrer após o trânsito em julgado, ou seja, quando não houver mais possibilidade de recurso.

Atualmente, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar, determinada em agosto pelo ministro Alexandre de Moraes. Essa medida poderá ser convertida em prisão em regime fechado caso a condenação se torne definitiva.

Além de Bolsonaro, outros nomes de peso também foram condenados ou estão sendo julgados por participação na trama golpista, como Anderson Torres, Augusto Heleno, Walter Braga Netto, Paulo Sérgio Nogueira, Mauro Cid, entre outros.

Este julgamento marca um momento histórico para a democracia brasileira. Nunca antes um ex-presidente havia sido condenado por uma tentativa de golpe contra as instituições do país.

Agora, a grande questão é:

O STF manterá a firmeza até o fim?

Bolsonaro realmente cumprirá uma pena pesada, que pode chegar a 43 anos?

Ou a política e os recursos jurídicos vão mudar o rumo desse caso?


O Brasil vive dias decisivos. A partir de agora, o que está em jogo não é apenas o futuro de Bolsonaro, mas o próprio futuro do Estado Democrático de Direito.

segunda-feira, 4 de agosto de 2025

🇨🇺 A Verdade Sobre Cuba: Não Foi o Socialismo Que Fracassou — Foi o Embargo dos EUA Que Bloqueou

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Enquanto a direita tenta usar Cuba e Venezuela como “exemplos de fracasso”, a realidade mostra que o que impede o progresso desses países são os embargos e as sanções impostas pelos Estados Unidos. O socialismo continua resistindo com dignidade.

Nos debates políticos no Brasil de hoje, a palavra “socialismo” virou alvo fácil da direita. Sempre que alguém defende políticas sociais, distribuição de renda ou justiça coletiva, a pergunta aparece:
“Onde o socialismo deu certo?”
E eles apontam logo para Cuba ou Venezuela. Mas será que a crise desses países é realmente culpa do modelo socialista?

🚫 O Bloqueio Econômico dos EUA

Desde 1960, Cuba sofre um embargo econômico brutal imposto pelos Estados Unidos. Esse bloqueio:

Impede Cuba de importar alimentos, medicamentos, tecnologia e combustíveis.

Proíbe empresas e bancos de fazerem negócios com a ilha.

Penaliza até terceiros países que tentam negociar com Cuba.


O bloqueio não é apenas uma política americana — é uma guerra econômica silenciosa contra um país soberano.

🩺 A Resistência do Socialismo

Apesar de mais de 60 anos de bloqueio:

Cuba possui um dos melhores sistemas de saúde da América Latina.

Forma médicos reconhecidos no mundo inteiro, inclusive enviados para missões humanitárias.

Seu sistema educacional é exemplar, com professores altamente qualificados.


Isso é herança da Revolução e da influência direta de Che Guevara, que era médico e implantou uma visão humanitária da medicina pública e gratuita.

🌎 Venezuela Também É Alvo de Embargo

A Venezuela também sofre pesadas sanções, com reservas internacionais congeladas e comércio dificultado. A crise venezuelana não é culpa do socialismo, mas da tentativa externa de estrangular economicamente o país.

🏛️ Por Que o Estado Controla Tudo?

Sem comércio, sem crédito, sem acesso a tecnologias, é natural que o Estado assuma o controle da economia. Isso não é defeito do socialismo, mas necessidade de sobrevivência diante do cerco internacional.

📉 O Fim da URSS e a Pandemia

Quando a União Soviética caiu, Cuba perdeu 80% do seu comércio. Mesmo assim, o país resistiu.

Na pandemia da COVID-19, Cuba foi além: criou suas próprias vacinas e mostrou sua capacidade científica, mesmo bloqueada e com poucos recursos.

Conclusão

Cuba e Venezuela não são fracassos do socialismo. São vítimas de embargos econômicos desumanos.

Enquanto os capitalistas tentam dizer que o socialismo falhou, a verdade é que o socialismo em Cuba formou médicos, professores e resistiu com dignidade.

A culpa não é do modelo socialista.
A culpa é do embargo.

quarta-feira, 30 de julho de 2025

🧭 OPINIÃO: O QUE ESTÁ ACONTECENDO ENTRE EUA E BRASIL É GRAVÍSSIMO

A recente decisão do governo Trump de sancionar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal do Brasil, é uma clara tentativa de interferência externa na nossa Justiça.

Sob pretexto de "defesa da liberdade", os EUA estão usando a Lei Magnitsky — que foi criada para punir torturadores e ditadores — contra um juiz que está simplesmente fazendo seu trabalho: julgando o ex-presidente Bolsonaro por atos cometidos dentro do território nacional, com base na nossa Constituição.

⚠️ Isso é um ataque direto à soberania do Brasil.
⚖️ É uma afronta à independência do nosso Poder Judiciário.
🛑 É um sinal perigoso de que sanções estão sendo usadas como armas políticas — não para proteger direitos humanos, mas para proteger aliados ideológicos.

Imagina se o Brasil resolvesse sancionar um juiz da Suprema Corte dos EUA por prender um político brasileiro? O escândalo seria mundial.

Além disso, Trump aumentou as tarifas sobre produtos brasileiros como retaliação política — mostrando que a economia e a diplomacia americana estão sendo usadas para pressionar nosso país por motivos eleitorais.

O governo Lula tem a obrigação de defender o Brasil, a democracia e a autonomia das nossas instituições. Ceder agora seria abrir a porta para que outros países interfiram sempre que não gostarem de uma decisão judicial brasileira.

🌍 O mundo precisa prestar atenção. Hoje é com o Brasil. Amanhã, pode ser com qualquer país que se recuse a se curvar.