terça-feira, 29 de setembro de 2026
R$ 1,5 Milhão no Asfalto Liso: Prefeitura abre licitação desnecessária no Centro de Penedo
terça-feira, 15 de setembro de 2026
A Morte da Militância: Como a ganância partidária e a internet mataram a festa da democracia
Antigamente, eleição se fazia com sola de sapato gasta, suor no rosto e lama na canela. Era o morro subido a pé, o olho no olho, a casa aberta para tomar um café com o eleitor. Tinha bandeirada no sinal, galhardete na rua, placa no muro do vizinho e panfleto passando de mão em mão.
A política podia ter mil defeitos, mas tinha gente. Tinha vida. Tinha militância de verdade.
Hoje, muita coisa mudou.
A eleição entrou definitivamente na era dos algoritmos. O encontro presencial foi substituído, em grande parte, pelo vídeo patrocinado. A conversa na calçada disputa espaço com o anúncio direcionado. O militante que antes percorria bairros inteiros agora muitas vezes é substituído por uma estratégia digital planejada para alcançar milhares de pessoas com alguns cliques.
E aqui está uma pergunta que precisa ser feita:
Será que, ao modernizar a comunicação política, não estamos também perdendo aquilo que havia de mais humano na política?
A política virou um show de pixels?
As redes sociais são ferramentas poderosas. Não há nada de errado em utilizá-las. O problema começa quando elas deixam de ser uma ferramenta complementar e passam a ocupar praticamente todo o espaço da campanha.
Hoje, partidos e candidatos podem gastar valores expressivos com publicidade digital, impulsionamento de vídeos e estratégias de comunicação nas plataformas.
Enquanto isso, em muitos lugares, a militância fica sem material, sem estrutura e, principalmente, sem participação efetiva.
O dinheiro que poderia ajudar a movimentar uma cadeia econômica local — a pequena gráfica, o produtor de bandeiras, o profissional de comunicação, o trabalhador que participa da campanha — muitas vezes acaba concentrado em grandes plataformas digitais e empresas especializadas em marketing político.
Não se trata de ser contra a tecnologia.
Trata-se de perguntar se a tecnologia está servindo à política ou se a política está ficando refém da tecnologia.
Da sola de sapato ao algoritmo
Existe uma diferença fundamental entre alguém receber uma mensagem patrocinada no celular e conversar pessoalmente com um militante.
O anúncio aparece.
O militante escuta.
O algoritmo seleciona um público.
O militante conhece o bairro.
A publicidade entrega uma mensagem.
A militância recebe uma crítica, uma sugestão, uma reclamação e, muitas vezes, até uma esperança.
É por isso que a militância continua sendo tão importante.
Política não é apenas comunicação. Política é relacionamento humano.
Uma eleição pode alcançar milhões de pessoas pela internet e, ainda assim, estar distante das ruas.
Podemos ter milhares de visualizações e poucas conversas verdadeiras.
Podemos ter milhões de impressões e uma militância desmotivada.
Podemos ter campanhas profissionalíssimas e, ao mesmo tempo, pessoas comuns perguntando:
“Mas onde estão os militantes?”
A pergunta que incomoda
Essa discussão deveria ultrapassar os limites da esquerda e da direita.
Deveria incomodar todos os partidos.
Todos os candidatos.
Todos aqueles que acreditam que a democracia precisa da participação popular.
A pergunta é simples:
Se existem recursos para impulsionar milhares de vídeos nas redes sociais, por que tantas vezes falta estrutura para quem está nas ruas defendendo uma candidatura?
Por que o militante precisa trabalhar voluntariamente, muitas vezes arcando com seus próprios custos, enquanto grandes empresas de tecnologia recebem valores expressivos para distribuir propaganda?
Por que a pessoa que percorre o bairro inteiro, conversa com moradores e enfrenta o sol precisa ouvir que “não existe recurso”, enquanto a campanha continua aparecendo incessantemente na tela do celular?
Não estou dizendo que publicidade digital não seja necessária.
Estou dizendo que militância também é.
Esquerda e direita precisam olhar para isso
O problema não pertence exclusivamente a um partido ou a uma ideologia.
É possível encontrar esse fenômeno em diferentes campos políticos.
A esquerda, que historicamente construiu sua força a partir dos sindicatos, movimentos sociais, associações comunitárias, universidades, bairros populares e organizações de base, precisa tomar cuidado para não trocar a militância real pela militância digital.
A direita também precisa responder à mesma questão.
Não adianta falar permanentemente em nome do povo se a relação com esse povo acontece apenas através de telas, anúncios patrocinados e estratégias de marketing.
O povo não é uma métrica de engajamento.
Ele tem rosto, nome, história e problemas concretos.
O que estamos perdendo?
Talvez a maior perda não seja o panfleto.
Não seja a bandeira.
Não seja o carro de som.
Não seja sequer o velho cabo eleitoral.
O que estamos perdendo pode ser algo muito maior:
a capacidade de convencer alguém olhando nos olhos.
A política de rua permitia que o eleitor questionasse o candidato.
Permitia que o militante ouvisse uma reclamação.
Permitia que uma liderança surgisse dentro da própria comunidade.
Permitia que pessoas comuns descobrissem que também poderiam participar da política.
O algoritmo pode entregar uma mensagem para cem mil pessoas.
Mas ele não cria, sozinho, uma comunidade.
E democracia não vive apenas de alcance.
Democracia vive de participação.
A militância precisa voltar
Talvez a solução não seja escolher entre a rua e a internet.
Talvez seja recuperar o equilíbrio.
Usar a tecnologia para ampliar a voz da militância — e não para substituí-la.
Usar as redes sociais para chamar as pessoas para as ruas.
Usar vídeos para apresentar propostas, mas também abrir espaço para ouvir a população.
Usar ferramentas digitais para organizar encontros, debates, reuniões comunitárias e movimentos sociais.
Porque a internet pode aproximar.
Mas também pode afastar.
Pode democratizar a informação.
Mas também pode transformar a política em um produto cuidadosamente embalado para cada público.
Por isso, fica aqui uma reflexão para todos os partidos, candidatos, militantes e eleitores:
Que tipo de democracia estamos construindo?
Uma democracia em que o cidadão participa?
Ou uma democracia em que ele apenas assiste?
Porque uma coisa é certa:
a política pode mudar de ferramenta, mas não pode perder o povo.
E se a militância morrer completamente, talvez descubramos tarde demais que não perdemos apenas uma forma antiga de fazer campanha.
Perdemos uma parte da própria alma da democracia.
domingo, 6 de setembro de 2026
NINGUÉM SOLTA A MÃO DE NINGUÉM.
Um Dia Histórico de Mobilização no Sul e Centro-Sul Fluminense com Lindbergh Farias 1300
Nesta último sábado 05/09 vivemos uma jornadas intensa de pé na estrada, muito diálogo e união com a população do Rio de Janeiro. Ao lado do nosso candidato a deputado federal, Lindbergh Farias (1300), percorremos diversas cidades levando propostas, ouvindo o povo e reafirmando o compromisso com o desenvolvimento da nossa região.
Carreata de Sucesso em Barra Mansa
O dia começou com uma grande carreata em Barra Mansa. As pessoas nos receberam com muito carinho e entusiasmo nas ruas. A atividade contou com apoios de peso:
- Inês Pandeló, ex-prefeita de Barra Mansa;
- Vereador Pissula, reafirmando o compromisso com a população local.
Lindbergh , Vereador Pisula de Barra Mansa, Inês Pandeló, Adeilson e Bibiu
A atuação do Lindbergh na cidade fala por si só: foram mais de R$ 50 milhões em recursos investidos em Barra Mansa através do seu trabalho parlamentar.
Força Total em Volta Redonda
Em seguida, partimos para Volta Redonda, onde realizamos outra carreata histórica passando por pontos marcantes da cidade:
- Centro de Volta Redonda
- Vila Santa Cecília
- Bairro Aterrado
- Retiro
Ao lado do vereador Raoni, nosso candidato a deputado estadual, levamos nossa mensagem de esperança para a cidade, que também já recebeu milhões em recursos do governo federal viabilizados por Lindbergh.
Caminhada Histórica em Pinheiral
Seguindo a agenda, realizamos uma grande caminhada pelo centro de Pinheiral. Lindbergh tem um marco histórico na cidade: é o único senador da República a visitar Pinheiral na história, sendo também quem mais enviou recursos para o município.
A caminhada contou com a presença do prefeito de Pinheiral, Luciano Muniz, que caminhou ao nosso lado trazendo o adesivo do Lindbergh no peito
Passagem por Arrozal e Reunião em Piraí
Continuando a jornada, passamos por Arrozal, onde fizemos uma caminhada e circulamos pela localidade. Em seguida, fomos para Piraí, onde realizamos uma reunião de alinhamento com diversas lideranças locais por cerca de uma hora.
Festa e Grande Recepção em Paracambi
. Família completa recebendo André Ceciliano e Lindbergh em Paracambi
O encerramento das agendas externas foi em Paracambi, com uma recepção emocionante. A cidade estava tomada por apoiadores do candidato André Ceciliano, que aguardavam a chegada do Lindbergh.
Foi uma caminhada bonita e lotada de apoiadores, com muitas bandeiras e alegria contagiante. O André Ceciliano fez questão de apresentar o Lindbergh para praticamente toda a comunidade do bairro, ao som de muita música e animação.
De Volta para Casa
Finalizamos esse dia abençoado e cheio de realizações ao lado da nossa comitiva de Itatiaia — eu, Bibil.—, retornando para casa com a certeza de que a nossa caminhada está cada vez mais forte!
Seguimos juntos rumo à vitória!
quinta-feira, 23 de julho de 2026
UM DESABAFO DE UM MILITANTE PETISTA DE 26 ANOS
quarta-feira, 1 de julho de 2026
Exemplo Maturidade Política em Barra Mansa: Quando o Diálogo Traz Obras para a Cidade
Hoje estive em Barra Mansa para acompanhar a inauguração do Viaduto do Pátio de Manobras, uma obra que a população esperava há cerca de 15 anos
. Prefeito de Barra Mansa Furlani está rindo atoa com os investimentos do Governo Federal na cidade através do Deputado Federal Lindbergh Fárias.
O que mais me chamou a atenção não foi só a entrega do viaduto. O mais importante foi ver que pessoas de partidos diferentes trabalharam juntas para conseguir essa obra para a cidade. Isso mostrou que ter um bom diálogo com o Governo Federal foi muito importante para que o viaduto saísse do papel.
Quando o Interesse da Cidade Fica em Primeiro Lugar
Durante a inauguração, o prefeito Luiz Furlani, do PL, fez questão de agradecer publicamente ao deputado federal Lindbergh Farias, do PT. Mesmo sendo de partidos diferentes, o prefeito disse que isso nunca atrapalhou a busca por investimentos para Barra Mansa.
Com essa atitude, Furlani mostrou que, quando o objetivo é melhorar a vida da população, conversar com quem pode ajudar é mais importante do que as diferenças políticas.
O prefeito também disse que Lindbergh Farias sempre esteve disposto a ajudar o município e teve participação importante para que essa obra, esperada há tantos anos, finalmente fosse realizada.
O ex-prefeito Rodrigo Drable também falou durante a cerimônia e destacou a participação de Lindbergh na conquista desse investimento.
Uma Mensagem Importante para Todos
Em seu discurso, Lindbergh Farias disse que obras grandes como essa só acontecem quando o bem da população vem antes das disputas políticas. Segundo ele, se as brigas entre políticos tivessem falado mais alto, o viaduto talvez ainda não tivesse sido construído.
A inauguração mostrou que o Governo Federal está disposto a ajudar as cidades que apresentam projetos e trabalham em parceria, sem olhar apenas para o partido do prefeito.
Essa é uma lição importante: quando os políticos deixam as brigas de lado e trabalham juntos, quem ganha é a população.
O Contraste com Itatiaia
Durante a cerimônia também foi lembrada a importância do futuro viaduto entre Itatiaia e Resende, uma obra que poderá melhorar o trânsito da região, facilitar o acesso ao Oeste de Resende e ajudar ainda mais o turismo em Penedo.
Infelizmente, nem sempre acontece a mesma união em todas as cidades. Enquanto Barra Mansa comemora uma parceria que trouxe investimentos, em Itatiaia existem críticas porque a Prefeitura não aceitou uma proposta de cerca de R$ 19 milhões do Governo Federal para melhorar o abastecimento de água.
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Em Barra Mansa: a Prefeitura buscou apoio e conseguiu recursos importantes.
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Em Itatiaia: a Prefeitura decidiu não aceitar esse investimento do Governo Federal.
Esses exemplos mostram como o diálogo entre a Prefeitura e o Governo Federal pode fazer diferença na vida das pessoas.
Conclusão
O exemplo de Barra Mansa mostra que, quando o objetivo é cuidar da população, as diferenças políticas podem ficar em segundo plano.
A imagem do prefeito do PL ao lado do deputado do PT mostrou que, quando existe diálogo e vontade de trabalhar, as obras acontecem e quem ganha é o povo.
segunda-feira, 29 de junho de 2026
O JOGO SUJO DO PREFEITO: Kaio do Diogo Balieiro sabota R$ 19 milhões federais e deixa Itatiaia morrer de sede!
Por: Adeilson Oliveira
Até quando o povo de Itatiaia vai aceitar ser tratado com tamanho desrespeito? Enquanto faltam dignidade, água na torneira e vergonha na cara da atual gestão, os bastidores políticos pegam fogo com uma revelação escandalosa. O deputado federal Lindbergh Farias botou a boca no trombone e escancarou o crime político que estão cometendo contra a nossa população: o prefeito Kaio do Diogo Balieiro negou, rejeitou e escondeu um recurso de R$ 19,4 milhões garantido pelo Governo Federal para arrumar o nosso saneamento.
É isso mesmo que você leu. Não é incompetência; é maldade política!
O Dinheiro que o Prefeito Tentou Esconder
Os dados são oficiais e não dão margem para mentiras de gabinete. Através da Proposta nº 56000000583/2023, vinculada ao Novo PAC do Governo Federal, o Ministério das Cidades empenhou exatos R$ 19.470.004,79 para Itatiaia. Esse montante bilionário foi carimbado para a troca imediata de quilômetros de tubulações velhas e obsoletas — a raiz histórica que faz o morador sofrer sem água toda semana.
Esse recurso não caiu do céu e muito menos foi obra da prefeitura. Houve articulação pesada, cobrança e o dedo direto do deputado Lindbergh Farias em Brasília para garantir que Itatiaia fosse socorrida. Mas qual foi a reação do prefeito Kaio do Diogo Balieiro? Em vez de correr para assinar, começar as obras e matar a sede do povo, ele preferiu jogar contra a própria cidade. Por puro orgulho, vaidade eleitoreira e desespero para não dar o braço a torcer ao Governo Federal e à oposição, a prefeitura tentou abafar, boicotar e negar o repasse.
Uma Gestão que Pune o Próprio Povo
O que está acontecendo hoje em Itatiaia — famílias carregando balde, comércios fechando as portas, bairros inteiros esquecidos — tem um culpado direto. Colocar a birra partidária acima da necessidade básica de sobrevivência de milhares de cidadãos é o fundo do poço da velha política. Enquanto o Governo Federal estende a mão com milhões em investimentos, o prefeito cruza os braços e vira as costas por puro capricho.
Se o prefeito acha que vai conseguir esconder a verdade com maquiagem em rede social ou desculpas esfarrapadas, ele subestima a inteligência do morador. O povo cansa de sofrer para que político tire onda de autossuficiente.
Acabou a Passada de Pano!
A denúncia de Lindbergh Farias desmascara o teatro da gestão municipal. O recurso existe, o dinheiro foi garantido pela base federal, e a negação da prefeitura é uma afronta a cada trabalhador que paga sua conta em dia e vê a torneira vazia. Nosso blog não vai recuar um milímetro: exijo transparência total, a liberação imediata dessas obras e o fim desse jogo sujo. Itatiaia exige respeito e exige ÁGUA JÁ!