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quarta-feira, 30 de setembro de 2026
QUANDO A INTOLERÂNCIA VIRA AMEAÇA À DEMOCRACIA
O alerta que o Brasil não pode ignorar
Por Adeilson Paula de Oliveira
O Palanque de Adeilson
Há muito tempo venho observando o comportamento de determinados setores da política brasileira e, cada vez mais, me preocupo com o que vejo.
Não se trata simplesmente de uma divergência entre esquerda e direita, nem de uma disputa eleitoral entre partidos. O que me preocupa é a maneira como a intolerância, a perseguição, as ameaças e a violência podem estar sendo incorporadas à vida pública do nosso país.
Na minha visão, existe uma questão que precisa ser discutida com seriedade: até que ponto determinadas práticas da direita radical brasileira apresentam semelhanças com características que marcaram o nazismo?
Sei que essa comparação é forte. Sei também que o nazismo foi um regime responsável por crimes de proporções históricas gigantescas, pelo genocídio de milhões de pessoas, pela destruição das liberdades democráticas e por uma guerra devastadora.
Não pretendo diminuir a dimensão desses acontecimentos nem afirmar que toda pessoa de direita seja nazista.
O que quero discutir são determinadas atitudes, discursos e comportamentos políticos que considero perigosos para a democracia.
Minha preocupação é que, se a sociedade brasileira não levar esses sinais a sério, poderá permitir que práticas autoritárias ganhem cada vez mais espaço, enfraquecendo as instituições e colocando em risco a convivência democrática.
O que a história do nazismo nos ensina?
Para compreender minha reflexão, precisamos voltar à história.
O nazismo, liderado por Adolf Hitler na Alemanha, não foi apenas uma corrente política conservadora ou uma forma radical de defender valores tradicionais. Foi uma ideologia totalitária, racista e antissemita que destruiu a democracia alemã, perseguiu opositores, promoveu a discriminação racial e organizou o assassinato sistemático de milhões de pessoas.
O regime nazista perseguiu judeus, pessoas com deficiência, integrantes de minorias, opositores políticos e outros grupos considerados inimigos.
Também restringiu a liberdade de imprensa, eliminou a competição política e utilizou a propaganda para consolidar o poder.
A história demonstra que o autoritarismo pode se fortalecer quando a sociedade aceita a desumanização de determinados grupos, quando a violência política é tolerada e quando o poder deixa de reconhecer limites.
É justamente por isso que considero necessário observar com atenção qualquer movimento político que incentive a perseguição de adversários, trate a democracia como um obstáculo ou considere determinados cidadãos menos merecedores de direitos.
Não estou dizendo que o Brasil de hoje seja a Alemanha nazista.
Estou dizendo que a história deve servir de alerta para que não se repitam práticas de intolerância, perseguição e violência.
A comparação com a direita radical brasileira
Quando olho para determinados setores da direita radical brasileira, identifico comportamentos que considero preocupantes.
Na minha interpretação, existem práticas que podem lembrar características presentes em movimentos autoritários: a transformação do adversário político em inimigo, a deslegitimação de instituições, a intimidação de opositores e a tentativa de impor uma visão política pela força.
É importante distinguir a direita democrática, que tem legitimidade para defender suas ideias, disputar eleições e participar do debate público, de comportamentos que recorrem à violência, à perseguição ou à intimidação.
Uma pessoa pode ser conservadora, liberal, de direita ou de esquerda e defender suas convicções dentro das regras democráticas.
O problema começa quando a divergência política deixa de ser tratada como parte legítima da democracia e passa a justificar ameaças, agressões ou tentativas de silenciar quem pensa diferente.
É esse comportamento que considero necessário investigar, discutir e, quando houver crime, responsabilizar de acordo com a lei.
Quando a política se transforma em intimidação
Um dos aspectos que mais me preocupam é o relato de episódios envolvendo agentes políticos que, segundo denúncias e imagens divulgadas publicamente, teriam recorrido à intimidação ou à exibição de armas em conflitos políticos.
Também me preocupa a divulgação de situações em que adversários são confrontados de maneira agressiva, inclusive pessoas idosas, militantes e cidadãos que estão exercendo o direito de expressar suas opiniões.
Quando um conflito político chega ao ponto de envolver ameaças com armas, a discussão deixa de ser apenas uma divergência ideológica.
Passa a envolver a segurança das pessoas e o respeito às regras de convivência democrática.
Uma arma não pode ser utilizada como instrumento para intimidar adversários ou impedir manifestações pacíficas.
Se uma autoridade ou representante eleito estiver envolvido em uma situação desse tipo, considero fundamental que os fatos sejam apurados com seriedade, que as pessoas envolvidas tenham direito de defesa e que eventuais responsabilidades sejam estabelecidas de acordo com a lei.
O mandato parlamentar não pode ser tratado como autorização para intimidar cidadãos.
A democracia não pode funcionar sob a lógica de que quem tem mais poder, influência ou força pode impor sua vontade aos demais.
O direito de criticar não pode ser confundido com o direito de ameaçar
Uma democracia precisa garantir que as pessoas possam criticar governos, partidos, parlamentares e movimentos políticos.
Uma música, uma manifestação, uma faixa, uma publicação nas redes sociais ou uma crítica a um representante público podem incomodar profundamente quem é alvo daquela mensagem.
Mas o simples fato de uma manifestação ser desagradável para alguém não significa que ela deva ser silenciada.
É necessário distinguir a crítica política, a sátira e a manifestação de opinião de ameaças reais, incitação à violência e outras condutas que possam constituir crimes.
Quando alguém utiliza a força ou a intimidação para impedir que outra pessoa se manifeste, surge uma questão fundamental:
Quem está tentando impor o silêncio — e por quais meios?
Na minha visão, a liberdade de expressão precisa ser protegida para todos, inclusive para aqueles de quem discordamos.
O que não pode ser aceito é que a liberdade de expressão seja utilizada como justificativa para ameaçar, agredir ou perseguir outras pessoas.
O papel do bolsonarismo nessa discussão
O bolsonarismo se tornou uma das principais expressões políticas da direita brasileira contemporânea e precisa ser compreendido dentro desse contexto.
Na minha visão, determinadas manifestações de setores bolsonaristas levantam preocupações sobre a relação entre liderança política, intolerância e respeito às instituições democráticas.
Não considero correto afirmar que todos os eleitores de Jair Bolsonaro compartilham as mesmas ideias ou apoiam práticas de violência.
Existem diferentes motivações entre as pessoas que se identificam com esse campo político.
Entretanto, considero legítimo questionar discursos, atitudes e comportamentos de lideranças e grupos quando existirem elementos concretos que indiquem intimidação, violência ou desrespeito às instituições.
O apoio eleitoral a uma liderança não deve significar ausência de cobrança.
Nenhum político, seja de direita ou de esquerda, deve estar acima da lei.
É necessário que a sociedade possa examinar criticamente as atitudes de seus representantes, sem transformar essa análise em uma condenação indiscriminada de todos os seus eleitores.
O papel da imprensa e a construção da opinião pública
Outro aspecto que considero importante é o papel da imprensa na formação da opinião pública.
Durante a trajetória política de Jair Bolsonaro, diferentes veículos de comunicação deram espaço a suas declarações, propostas e disputas políticas. A imprensa também exerceu seu papel de fiscalização, publicou investigações e apresentou críticas ao seu governo.
Na minha visão, é necessário questionar como determinados discursos políticos são apresentados, quais comportamentos recebem destaque e de que maneira a violência e a intolerância são tratadas no debate público.
A imprensa tem a responsabilidade de informar com rigor, contextualizar os acontecimentos e distinguir fatos comprovados de acusações e opiniões.
A cobertura jornalística não deve transformar ameaças e agressões em simples episódios de entretenimento político, nem deixar de investigar situações relevantes por causa da posição ideológica de quem está envolvido.
O compromisso com a informação exige critérios que sejam aplicados a todos os campos políticos.
A direita democrática e a esquerda democrática precisam conviver
Quero deixar uma questão muito clara: não defendo o fim da direita democrática.
A direita tem o direito de existir, organizar partidos, apresentar propostas, disputar eleições e participar da construção do país.
A esquerda também precisa respeitar as regras democráticas, a liberdade de expressão e os direitos de quem pensa diferente.
A democracia não exige que todos tenham a mesma visão de mundo.
Exige que as divergências sejam resolvidas por meios legítimos, sem perseguição e sem violência.
O que considero necessário é que a sociedade estabeleça limites claros para comportamentos que ameacem a segurança das pessoas, a liberdade política e o funcionamento das instituições.
Esses limites precisam valer para todos, independentemente da ideologia, do partido ou da posição que alguém ocupe na estrutura de poder.
O Brasil precisa discutir os limites da intolerância política
Defendo que o Brasil discuta com seriedade se suas leis e seus mecanismos de proteção são suficientes para enfrentar ameaças, agressões e intimidações motivadas por divergências políticas.
A legislação precisa ser aplicada com igualdade, e eventuais lacunas devem ser debatidas democraticamente.
Também considero necessário discutir a responsabilidade de representantes públicos, o uso de armas em conflitos políticos e a proteção de cidadãos que participam de manifestações pacíficas.
Mas existe uma diferença importante entre combater condutas criminosas e proibir uma corrente política inteira.
Uma democracia precisa proteger os cidadãos contra a violência e, ao mesmo tempo, preservar o pluralismo político e os direitos fundamentais.
O combate ao autoritarismo não pode se transformar em uma justificativa para eliminar direitos de pessoas que defendem ideias diferentes.
O perigo de normalizar a violência
O que mais me preocupa é a possibilidade de a sociedade começar a considerar normais comportamentos que deveriam provocar reflexão e cobrança.
Quando uma ameaça é tratada como brincadeira, quando uma agressão é justificada pela posição política da vítima ou quando a intimidação é aceita como parte de uma disputa partidária, a convivência democrática se enfraquece.
A violência não deixa de ser violência porque foi praticada por alguém que defende uma bandeira com a qual concordamos.
Da mesma forma, uma ameaça não se torna aceitável porque seu alvo pertence a um partido de que não gostamos.
É preciso romper com essa lógica.
A sociedade brasileira precisa reconhecer que a liberdade política de uma pessoa depende também da garantia de que seus adversários não utilizarão a força para silenciá-la.
Minha reflexão final: que democracia queremos construir?
Não escrevo este artigo para afirmar que toda a direita brasileira é nazista, nem para defender que pessoas sejam perseguidas por suas convicções políticas.
Escrevo porque considero necessário discutir o avanço da intolerância, a presença da violência no debate público e os riscos que práticas autoritárias podem representar para a democracia.
A história do nazismo mostra até onde podem chegar a desumanização de grupos, a perseguição política e a concentração de poder quando não existem limites efetivos.
Não podemos tratar a comparação histórica como uma equivalência automática entre movimentos políticos diferentes.
Mas também não devemos ignorar comportamentos concretos que merecem investigação, crítica e responsabilização.
O Brasil precisa de uma democracia na qual a direita possa existir, a esquerda possa existir e todas as correntes políticas respeitem os direitos fundamentais.
Precisamos de leis que protejam as pessoas contra ameaças e agressões, de instituições que funcionem com independência e de uma sociedade que não aceite a violência como instrumento de disputa política.
A democracia não pode ser propriedade de um partido, de uma liderança ou de uma ideologia. Ela precisa ser um compromisso de todos.
O que está em jogo não é simplesmente quem vencerá a próxima eleição.
É a capacidade de construirmos um país no qual ninguém precise temer pela própria segurança por causa de suas opiniões políticas.
Essa é a reflexão que deixo aos leitores de O Palanque de Adeilson.
Que o Brasil jamais permita que a intolerância, a perseguição e a violência se tornem o caminho para o exercício do poder.
terça-feira, 15 de setembro de 2026
A Morte da Militância: Como a ganância partidária e a internet mataram a festa da democracia
Antigamente, eleição se fazia com sola de sapato gasta, suor no rosto e lama na canela. Era o morro subido a pé, o olho no olho, a casa aberta para tomar um café com o eleitor. Tinha bandeirada no sinal, galhardete na rua, placa no muro do vizinho e panfleto passando de mão em mão.
A política podia ter mil defeitos, mas tinha gente. Tinha vida. Tinha militância de verdade.
Hoje, muita coisa mudou.
A eleição entrou definitivamente na era dos algoritmos. O encontro presencial foi substituído, em grande parte, pelo vídeo patrocinado. A conversa na calçada disputa espaço com o anúncio direcionado. O militante que antes percorria bairros inteiros agora muitas vezes é substituído por uma estratégia digital planejada para alcançar milhares de pessoas com alguns cliques.
E aqui está uma pergunta que precisa ser feita:
Será que, ao modernizar a comunicação política, não estamos também perdendo aquilo que havia de mais humano na política?
A política virou um show de pixels?
As redes sociais são ferramentas poderosas. Não há nada de errado em utilizá-las. O problema começa quando elas deixam de ser uma ferramenta complementar e passam a ocupar praticamente todo o espaço da campanha.
Hoje, partidos e candidatos podem gastar valores expressivos com publicidade digital, impulsionamento de vídeos e estratégias de comunicação nas plataformas.
Enquanto isso, em muitos lugares, a militância fica sem material, sem estrutura e, principalmente, sem participação efetiva.
O dinheiro que poderia ajudar a movimentar uma cadeia econômica local — a pequena gráfica, o produtor de bandeiras, o profissional de comunicação, o trabalhador que participa da campanha — muitas vezes acaba concentrado em grandes plataformas digitais e empresas especializadas em marketing político.
Não se trata de ser contra a tecnologia.
Trata-se de perguntar se a tecnologia está servindo à política ou se a política está ficando refém da tecnologia.
Da sola de sapato ao algoritmo
Existe uma diferença fundamental entre alguém receber uma mensagem patrocinada no celular e conversar pessoalmente com um militante.
O anúncio aparece.
O militante escuta.
O algoritmo seleciona um público.
O militante conhece o bairro.
A publicidade entrega uma mensagem.
A militância recebe uma crítica, uma sugestão, uma reclamação e, muitas vezes, até uma esperança.
É por isso que a militância continua sendo tão importante.
Política não é apenas comunicação. Política é relacionamento humano.
Uma eleição pode alcançar milhões de pessoas pela internet e, ainda assim, estar distante das ruas.
Podemos ter milhares de visualizações e poucas conversas verdadeiras.
Podemos ter milhões de impressões e uma militância desmotivada.
Podemos ter campanhas profissionalíssimas e, ao mesmo tempo, pessoas comuns perguntando:
“Mas onde estão os militantes?”
A pergunta que incomoda
Essa discussão deveria ultrapassar os limites da esquerda e da direita.
Deveria incomodar todos os partidos.
Todos os candidatos.
Todos aqueles que acreditam que a democracia precisa da participação popular.
A pergunta é simples:
Se existem recursos para impulsionar milhares de vídeos nas redes sociais, por que tantas vezes falta estrutura para quem está nas ruas defendendo uma candidatura?
Por que o militante precisa trabalhar voluntariamente, muitas vezes arcando com seus próprios custos, enquanto grandes empresas de tecnologia recebem valores expressivos para distribuir propaganda?
Por que a pessoa que percorre o bairro inteiro, conversa com moradores e enfrenta o sol precisa ouvir que “não existe recurso”, enquanto a campanha continua aparecendo incessantemente na tela do celular?
Não estou dizendo que publicidade digital não seja necessária.
Estou dizendo que militância também é.
Esquerda e direita precisam olhar para isso
O problema não pertence exclusivamente a um partido ou a uma ideologia.
É possível encontrar esse fenômeno em diferentes campos políticos.
A esquerda, que historicamente construiu sua força a partir dos sindicatos, movimentos sociais, associações comunitárias, universidades, bairros populares e organizações de base, precisa tomar cuidado para não trocar a militância real pela militância digital.
A direita também precisa responder à mesma questão.
Não adianta falar permanentemente em nome do povo se a relação com esse povo acontece apenas através de telas, anúncios patrocinados e estratégias de marketing.
O povo não é uma métrica de engajamento.
Ele tem rosto, nome, história e problemas concretos.
O que estamos perdendo?
Talvez a maior perda não seja o panfleto.
Não seja a bandeira.
Não seja o carro de som.
Não seja sequer o velho cabo eleitoral.
O que estamos perdendo pode ser algo muito maior:
a capacidade de convencer alguém olhando nos olhos.
A política de rua permitia que o eleitor questionasse o candidato.
Permitia que o militante ouvisse uma reclamação.
Permitia que uma liderança surgisse dentro da própria comunidade.
Permitia que pessoas comuns descobrissem que também poderiam participar da política.
O algoritmo pode entregar uma mensagem para cem mil pessoas.
Mas ele não cria, sozinho, uma comunidade.
E democracia não vive apenas de alcance.
Democracia vive de participação.
A militância precisa voltar
Talvez a solução não seja escolher entre a rua e a internet.
Talvez seja recuperar o equilíbrio.
Usar a tecnologia para ampliar a voz da militância — e não para substituí-la.
Usar as redes sociais para chamar as pessoas para as ruas.
Usar vídeos para apresentar propostas, mas também abrir espaço para ouvir a população.
Usar ferramentas digitais para organizar encontros, debates, reuniões comunitárias e movimentos sociais.
Porque a internet pode aproximar.
Mas também pode afastar.
Pode democratizar a informação.
Mas também pode transformar a política em um produto cuidadosamente embalado para cada público.
Por isso, fica aqui uma reflexão para todos os partidos, candidatos, militantes e eleitores:
Que tipo de democracia estamos construindo?
Uma democracia em que o cidadão participa?
Ou uma democracia em que ele apenas assiste?
Porque uma coisa é certa:
a política pode mudar de ferramenta, mas não pode perder o povo.
E se a militância morrer completamente, talvez descubramos tarde demais que não perdemos apenas uma forma antiga de fazer campanha.
Perdemos uma parte da própria alma da democracia.
domingo, 6 de setembro de 2026
NINGUÉM SOLTA A MÃO DE NINGUÉM.
Um Dia Histórico de Mobilização no Sul e Centro-Sul Fluminense com Lindbergh Farias 1300
Nesta último sábado 05/09 vivemos uma jornadas intensa de pé na estrada, muito diálogo e união com a população do Rio de Janeiro. Ao lado do nosso candidato a deputado federal, Lindbergh Farias (1300), percorremos diversas cidades levando propostas, ouvindo o povo e reafirmando o compromisso com o desenvolvimento da nossa região.
Carreata de Sucesso em Barra Mansa
O dia começou com uma grande carreata em Barra Mansa. As pessoas nos receberam com muito carinho e entusiasmo nas ruas. A atividade contou com apoios de peso:
- Inês Pandeló, ex-prefeita de Barra Mansa;
- Vereador Pissula, reafirmando o compromisso com a população local.
Lindbergh , Vereador Pisula de Barra Mansa, Inês Pandeló, Adeilson e Bibiu
A atuação do Lindbergh na cidade fala por si só: foram mais de R$ 50 milhões em recursos investidos em Barra Mansa através do seu trabalho parlamentar.
Força Total em Volta Redonda
Em seguida, partimos para Volta Redonda, onde realizamos outra carreata histórica passando por pontos marcantes da cidade:
- Centro de Volta Redonda
- Vila Santa Cecília
- Bairro Aterrado
- Retiro
Ao lado do vereador Raoni, nosso candidato a deputado estadual, levamos nossa mensagem de esperança para a cidade, que também já recebeu milhões em recursos do governo federal viabilizados por Lindbergh.
Caminhada Histórica em Pinheiral
Seguindo a agenda, realizamos uma grande caminhada pelo centro de Pinheiral. Lindbergh tem um marco histórico na cidade: é o único senador da República a visitar Pinheiral na história, sendo também quem mais enviou recursos para o município.
A caminhada contou com a presença do prefeito de Pinheiral, Luciano Muniz, que caminhou ao nosso lado trazendo o adesivo do Lindbergh no peito
Passagem por Arrozal e Reunião em Piraí
Continuando a jornada, passamos por Arrozal, onde fizemos uma caminhada e circulamos pela localidade. Em seguida, fomos para Piraí, onde realizamos uma reunião de alinhamento com diversas lideranças locais por cerca de uma hora.
Festa e Grande Recepção em Paracambi
. Família completa recebendo André Ceciliano e Lindbergh em Paracambi
O encerramento das agendas externas foi em Paracambi, com uma recepção emocionante. A cidade estava tomada por apoiadores do candidato André Ceciliano, que aguardavam a chegada do Lindbergh.
Foi uma caminhada bonita e lotada de apoiadores, com muitas bandeiras e alegria contagiante. O André Ceciliano fez questão de apresentar o Lindbergh para praticamente toda a comunidade do bairro, ao som de muita música e animação.
De Volta para Casa
Finalizamos esse dia abençoado e cheio de realizações ao lado da nossa comitiva de Itatiaia — eu, Bibil.—, retornando para casa com a certeza de que a nossa caminhada está cada vez mais forte!
Seguimos juntos rumo à vitória!