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domingo, 15 de fevereiro de 2026

Quando o Favoritismo Vira Risco: O Jogo Real em Resende

O Tabuleiro das Agulhas Negras: O Jogo Que Muita Gente Ainda Não Percebeu

Por Adeilson Oliveira 
Resende está entrando em uma eleição que, para muita gente, já parecia decidida. Mas política não funciona assim. Quando todo mundo acha que já sabe o final da história, é justamente aí que o roteiro costuma mudar.

De um lado está Diogo Balieiro, ex-prefeito, hoje no PL, cercado por um clima de confiança. Tem apoiador que fala como se a vaga já estivesse garantida. Como se fosse só esperar o dia da eleição.

Só que eleição não é festa marcada e na política, salto alto costuma custar caro. 

Já aconteceu muitas vezes: candidato forte, grupo animado, sensação de vitória… e, na hora da urna, a realidade vem diferente.

Do outro lado aparece Noel de Carvalho(PSDB) Nome conhecido, experiente, velho jogador desse jogo. Gente assim não entra em disputa por acaso. Quem conhece política sabe: lobo velho não se move sem cálculo.

E é aí que o cenário começa a ficar interessante.

O jogo não é só em Resende
Tem muita gente olhando apenas para a briga local, mas o tabuleiro é maior. Itatiaia está no meio dessa história. O que acontece em uma cidade mexe diretamente com a outra.

Voto não tem muro.

Quando a disputa aperta em Resende, o reflexo aparece na região inteira. Apoios mudam, alianças mudam, estratégias mudam.

Tem mais gente influenciando essa eleição
Enquanto o debate público fica preso aos nomes locais, existe outro fator pesado: os candidatos de fora. Deputados, lideranças e figuras com muitos votos entram no jogo trazendo força, estrutura e influência.
Isso muda tudo.
Eles puxam votos, mexem nos cálculos e bagunçam qualquer previsão que pareça confortável demais.

Confiança demais pode virar problema

Na política, acreditar que já ganhou é perigoso. Quando um grupo relaxa, quando o clima vira oba-oba, abre-se espaço para surpresas.
E eleição adora surpreender.
Às vezes, o adversário não vence porque cresceu demais. Vence porque o favorito acreditou demais em si mesmo.

Experiência também joga pesado

Noel de Carvalho carrega algo que não aparece em postagem de rede social: vivência política. Gente rodada sabe que eleição se decide muito além do barulho público.
Muito acordo, muita conversa, muita articulação acontece longe dos holofotes.
E isso, muitas vezes, é o que define o resultado.

O clima pode enganar

Em época de eleição, todo mundo tem impressão de que sabe quem está forte. Mas clima não é voto. Comentário não é urna. E confiança não é resultado.
Quando há dois nomes fortes, votos divididos e influência externa, qualquer certeza vira aposta.

No fim das contas, a regra é simples

Em Resende e na região das Agulhas Negras, o que hoje parece tranquilo pode virar tensão. O que parece garantido pode virar disputa apertada.
Porque na política existe uma verdade que nunca envelhece:
Ninguém está eleito até que a última urna fale.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

O que esta acontecendo com a Associação Arcanjo Gabriel?

Durante muitos anos, a Associação Beneficente Arcanjo Gabriel, em Penedo (Itatiaia, RJ), representou muito mais do que uma instituição social. Para inúmeras famílias que convivem com idosos dependentes e pessoas com deficiência intelectual, o espaço sempre foi sinônimo de acolhimento, rotina, cuidado e dignidade.

​O papel da associação era fundamental: oferecia oficinas, atividades terapêuticas, estímulos cognitivos e convivência social. Para os assistidos, esses serviços não eram meros passatempos — eram instrumentos essenciais para o equilíbrio emocional, para a saúde mental e para a manutenção da qualidade de vida. Enquanto os usuários encontravam ali um ambiente capaz de reduzir a ansiedade e evitar o isolamento, os familiares tinham a tranquilidade de saber que seus entes estavam amparados.

O Cenário da Crise

​Entretanto, relatos de moradores e familiares indicam que essa realidade mudou drasticamente. O cenário de inclusão deu lugar ao isolamento:

  • Interrupções em 2025: O serviço de busca domiciliar dos assistidos teria deixado de funcionar de maneira regular, representando um golpe severo para quem não possui meios próprios de deslocamento.
  • Agravamento em 2026: Relatos da comunidade indicam que a condução que viabilizava o acesso de diversos usuários parou de operar.

​Para um público altamente dependente, a ausência de transporte não é um detalhe logístico — é a barreira que impede o acesso ao direito de ser assistido. Sem condução, assistidos permanecem em casa, sem atividades e sem interação, o que pode resultar em sofrimento emocional, crises, regressões comportamentais e uma sobrecarga extrema para as famílias.

​Mas, diante desse cenário, uma reflexão inevitável surge na comunidade:

Como uma instituição com tamanho histórico social chega a esse ponto?

​Crises podem ocorrer em qualquer organização. Entretanto, a forma como são enfrentadas revela muito sobre a capacidade de gestão, articulação e liderança institucional. Quando serviços essenciais deixam de funcionar e o silêncio passa a predominar, é natural que surjam questionamentos sobre a condução administrativa.

A Necessidade de Transparência

​Diante desse cenário, uma pergunta ecoa entre familiares e moradores:

Qual tem sido, de fato, a atuação da atual direção da instituição?

​Em momentos de dificuldade, espera-se que a gestão de uma entidade social esteja visivelmente mobilizada, dialogando com autoridades, buscando alternativas, construindo soluções e comunicando-se com clareza. A ausência de informações objetivas amplia a insegurança das famílias e alimenta a sensação de abandono.


​Se existem dificuldades financeiras, entraves administrativos ou obstáculos institucionais, a comunidade precisa ser informada. Transparência não é um favor — é um dever de qualquer organização que exerce função social tão sensível.

​Mais do que isso, torna-se legítimo discutir se o modelo atual de gestão tem sido capaz de preservar o funcionamento pleno dos serviços. Quando a estrutura deixa de atender aqueles que mais necessitam, a responsabilidade administrativa passa, inevitavelmente, a fazer parte do debate público.


​Diante disso, a população espera respostas objetivas:

  • ​O que explica a interrupção dos serviços?
  • ​Quais medidas estão sendo adotadas para reverter a situação?
  • ​Existe um plano concreto e uma previsão para a retomada plena dos atendimentos?
  • ​Que apoio público ou institucional está sendo buscado?

Compromisso com a Verdade

​É importante ressaltar que este texto não é fruto de especulações ou "conversas de rede social". O autor desta matéria é blogueiro e também colaborador da própria Associação Arcanjo Gabriel, tendo inclusive participado voluntariamente de ações e trabalhos no local.

​As observações aqui registradas nascem da vivência direta, do acompanhamento da realidade e da preocupação genuína com os assistidos e suas famílias. Não se trata de uma crítica vazia, mas de uma preocupação concreta com pessoas reais que dependem diretamente deste atendimento.


​Quando uma instituição para, quem sofre primeiro não são números ou relatórios — são os mais vulneráveis. O debate não deve ser sobre confronto, mas sobre responsabilidade, compromisso e gestão eficiente.

​Porque, acima de qualquer estrutura administrativa, existem vidas que não podem esperar.

​E o que Penedo quer saber agora é simples, direto e absolutamente justo:

Quem está defendendo essas pessoas?

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

​Vagas Ocupadas: Onde Estão as Novas Vozes da Nossa Política?

A morte de Paulo Conrado, ocorrida enquanto ele exercia seu oitavo mandato consecutivo como vereador em Volta Redonda, provoca sentimentos diversos. Há o luto, o respeito à trajetória e, inevitavelmente, a reflexão sobre o modelo político que se repete em muitas cidades do Brasil.

É preciso começar pelo óbvio, que muitas vezes é ignorado: ninguém ocupa um cargo eletivo por tanto tempo sem respaldo popular. Paulo Conrado foi reeleito sucessivas vezes porque construiu base eleitoral, desenvolveu trabalho, manteve presença política e conquistou a confiança de milhares de eleitores. O voto é soberano. Oito mandatos não acontecem por acaso. Houve mérito, houve atuação e houve reconhecimento.

Ao mesmo tempo, é legítimo observar que o sistema político tende a favorecer quem já está dentro; A estrutura do mandato, a visibilidade institucional, o acesso aos espaços de decisão e a própria dinâmica eleitoral criam um ambiente em que a renovação se torna mais difícil. Assim, mesmo com boas intenções e trabalho realizado, o cenário acaba sendo pouco permeável para novas lideranças.

É nesse ponto que nasce a reflexão — não sobre a pessoa, mas sobre o modelo.

Quando um vereador permanece por 20, 30 anos ocupando a mesma cadeira, ele passa a integrar a própria paisagem institucional. Mudam prefeitos, governos, crises e prioridades, mas certos nomes continuam. Popularmente, isso é descrito como um Legislativo que envelhece, se cristaliza e perde oxigenação. A metáfora não desmerece o indivíduo; ela aponta para um sistema que se fecha.

Não se trata de negar o trabalho. Vereador trabalha, articula, negocia, atende demandas e cumpre agenda. A pergunta necessária é outra: até que ponto a política local consegue se renovar? Quantas novas lideranças deixam de surgir porque os espaços permanecem ocupados por décadas?

Com a morte de Paulo Conrado, esse ciclo se encerra. De forma simbólica, quem assume sua vaga é Marquinho Motorista, ex-vereador, figura conhecida da política local e veterano do Legislativo, que retorna à Câmara por direito, como primeiro suplente eleito.
Há mudança de nome, mas não necessariamente mudança de lógica. Isso reforça ainda mais a necessidade do debate: a democracia local funciona, mas ainda funciona pouco para renovar.

A Câmara Municipal deveria ser um espaço vivo, dinâmico, onde experiência e novas ideias caminhem juntas. A renovação política não pode depender de acontecimentos extremos. Precisa ser fruto de escolha consciente, alternância e abertura real para novas lideranças.

Paulo Conrado deixa sua história, seus acertos, seu legado e o reconhecimento de quem o elegeu tantas vezes. Sua trajetória merece respeito. Ao mesmo tempo, ela nos convida a pensar sobre o futuro.

Queremos Câmaras que se renovem ou estruturas que se eternizem?
A reflexão aqui não é pessoal.
É política.
E é necessária.

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Quem entra no lugar de Paulo Conrado? Conheça Marquinho Motorista, o vereador que assume a vaga na Câmara

Com a morte do vereador Paulo Conrado, muita gente em Volta Redonda passou a se perguntar: quem assume agora essa cadeira na Câmara Municipal?
A resposta é direta: Marquinho Motorista.
O nome completo dele é Marco Antônio da Cunha, mais conhecido na política da cidade como Marquinho Motorista. Ele já foi vereador em Volta Redonda, tem histórico de atuação no Legislativo e agora retorna à Câmara por direito, após ter sido o primeiro suplente do partido Podemos nas últimas eleições municipais.
Marquinho Motorista obteve 1.223 votos em 2024, ficando como o primeiro na linha de suplência. Com isso, a legislação é clara: aberta a vaga, é ele quem assume o mandato. Ou seja, não é indicação, nem escolha política de bastidor — é o resultado direto das urnas.
Figura conhecida nos bairros e na política local, Marquinho construiu seu nome com uma identidade popular, ligada ao cotidiano do trabalhador, o que inclusive marcou seu apelido político. Sua volta à Câmara representa também o retorno de um vereador que já conhece o funcionamento do Legislativo, os debates internos e as demandas da cidade.
Agora, Marquinho Motorista passa a ocupar a cadeira deixada por Paulo Conrado e terá a missão de representar a população de Volta Redonda, apresentar projetos, fiscalizar o Executivo e participar das decisões que impactam diretamente a vida dos moradores.
A pergunta que muitos fazem agora é: qual será o perfil do mandato de Marquinho Motorista nessa nova fase?
Isso só o tempo, o plenário e a atuação política vão mostrar. Mas uma coisa é certa: o nome que entra no lugar de Paulo Conrado já está definido — e ele atende por Marquinho Motorista.

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Se todo mundo soubesse disso, as empresas de repelente iam falir

Pode parecer exagero.
Mas depois que aprendi isso, fiquei me perguntando por que essa informação quase nunca aparece por aí.
Convivi por um tempo com uma senhora já aposentada, formada em Química, uma pessoa extremamente séria, experiente e de total credibilidade. Alguém que passou a vida inteira lidando com fórmulas, reações e substâncias — ciência de verdade.
Em uma conversa comum, reclamei das picadas de pernilongo, aquela coceira irritante que todo mundo conhece. Foi quando ela me explicou algo que eu simplesmente não sabia.
Ela disse que passar saliva (cuspe) diretamente sobre a picada pode fazer a coceira parar quase na hora.
Simples assim.
Segundo a explicação dela, a saliva humana contém enzimas que ajudam a neutralizar as substâncias que o pernilongo injeta na pele ao picar — justamente as responsáveis pela coceira. Além disso, a saliva altera o ambiente da pele e interrompe o sinal que o corpo envia ao cérebro dizendo que precisa coçar.
Resolvi testar.
E funcionou.
E aí vem a pergunta inevitável.
Se todo mundo soubesse disso desde cedo, quantos produtos vendidos para aliviar picadas, coceiras e irritações seriam realmente indispensáveis? Não estou dizendo que medicamentos não tenham utilidade — eles têm, principalmente em casos mais graves. Mas é curioso como soluções simples, naturais, imediatas e gratuitas quase nunca ganham destaque.
Talvez porque não estejam em nenhuma prateleira.
Talvez porque não tenham embalagem bonita.
Ou talvez porque ninguém ganhe nada vendendo isso.
Coincidência?
Cada um tire sua própria conclusão.
Claro, esse método funciona melhor quando a picada é recente e a pele está intacta, sem ferimentos. Não substitui tratamento médico quando necessário. Mas como solução rápida, acessível e sempre disponível, é no mínimo impressionante.
Às vezes, o conhecimento mais poderoso não vem da propaganda — vem da experiência de quem realmente entende do assunto.
Eu aprendi.
Agora compartilho.
E espero que mais pessoas vejam.

sábado, 31 de janeiro de 2026

O Mundo Sem ONU: Quem Vai Avisar da Próxima Pandemia? Quem Vai Socorrer os Países?

ONU à Beira do Colapso: O Que Acontece com a Saúde, a Paz e as Cidades Pequenas?
Não é ficção. Não é exagero. Não é teoria da conspiração.

A Organização das Nações Unidas (ONU) vive hoje a maior crise financeira e política de sua história. E, se esse sistema falhar, o mundo inteiro vai sentir primeiro — principalmente os mais pobres, as cidades pequenas e os países em desenvolvimento.

A pergunta que precisa ser feita, com toda a seriedade, é simples e assustadora:

👉 quem vai coordenar o mundo quando a próxima grande crise chegar?

🚨 A ONU está quebrando?

A ONU não “acabou” oficialmente, mas enfrenta um risco real de colapso operacional. Falta dinheiro, falta consenso político e falta liderança global capaz de unir os países em torno de soluções coletivas.
Milhares de milhões de dólares em contribuições obrigatórias não foram pagos por países-membros. Sem esse dinheiro, a ONU começa a atrasar programas, cortar projetos e reduzir sua capacidade de agir.

👉 Uma organização global sem caixa não consegue prevenir guerras, responder a pandemias nem apoiar países em crise.

🌍 O papel dos Estados Unidos e a pressão para enfraquecer a ONU

Os Estados Unidos, historicamente o maior financiador da ONU, vêm reduzindo apoio financeiro e político. Esse movimento se intensificou com Donald Trump, que sempre declarou abertamente sua rejeição ao multilateralismo.
Trump defende que os EUA não devem sustentar organismos internacionais e já sinalizou interesse em criar estruturas alternativas, controladas apenas por um grupo restrito de países aliados.

O problema é simples e perigoso:

👉 não existe hoje nenhuma outra organização capaz de substituir a ONU em escala global.

Enfraquecer a ONU sem colocar nada funcional no lugar é abrir um vazio. E vazios globais nunca ficam vazios por muito tempo — eles são ocupados por conflitos, crises e caos.

🦠 E a OMS? Quem vai avisar o mundo?
A Organização Mundial da Saúde (OMS) é uma das maiores vítimas desse processo.

Foi a OMS que:

Alertou o mundo sobre a COVID-19
Coordenou respostas a epidemias como Ebola e gripe aviária

Monitorou variantes e riscos globais à saúde
Sem uma OMS forte:

Países pobres ficam sem alerta antecipado
Sistemas de saúde colapsam antes de reagir
Doenças atravessam fronteiras sem controle
Vírus não pedem visto, não respeitam ideologia e não escolhem país rico ou pobre.

👉 Sem coordenação global, todos ficam vulneráveis.

⚔️ E a paz mundial?

A ONU também atua como mediadora de conflitos. Quando ela enfraquece:
Guerras regionais tendem a escalar
Falta um árbitro reconhecido
Prevalece a lei do mais forte
Isso significa mais refugiados, mais instabilidade econômica e mais crises humanitárias.

🏙️ O impacto invisível: cidades pequenas e o interior

Esse é o ponto que quase ninguém explica.
A ONU não atua só em guerras e grandes crises. Ela está presente, direta ou indiretamente, em:

Projetos sociais
Programas de saúde
Apoio ambiental
Turismo sustentável
Desenvolvimento local
Parcerias com estados, municípios e ONGs
Em regiões como:
Itatiaia
Resende
Volta Redonda
Sul Fluminense

O enfraquecimento da ONU pode significar:
Menos recursos para projetos sociais
Menos apoio ambiental e turístico
Menos programas de geração de renda
Municípios isolados, dependendo apenas de orçamentos já apertados

👉 Cidades pequenas sentem primeiro.

🌍 Estamos caminhando para uma crise mundial?

Crises globais não começam com explosões. Elas começam com:
Instituições enfraquecidas
Falta de cooperação
Cada país por si
Quando a próxima grande pandemia, guerra ou colapso econômico acontecer, a pergunta será cruel:

👉 quem vai coordenar a resposta?
Sem ONU forte, sem OMS estruturada e sem cooperação internacional, o mundo reage tarde, mal e de forma desigual.

🧠 Conclusão: o alerta que precisa ser ouvido
O que está em jogo não é apenas a ONU, mas o modelo de proteção coletiva que evita que crises virem tragédias globais.
Quando organismos internacionais enfraquecem:
Quem paga a conta primeiro não são as grandes potências
São os trabalhadores
As cidades pequenas
Os países mais vulneráveis
Ignorar esse debate hoje é aceitar o risco de um amanhã mais inseguro, mais desigual e mais instável.

A pergunta final fica para cada leitor:

👉 se o mundo ficar sem coordenação global, você acha mesmo que sua cidade ficará protegida?

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

O petróleo da Venezuela e o risco de uma crise mundial


Quando se fala em Venezuela, muita gente pensa apenas em política ou em conflitos internos.
Mas o que realmente está no centro dessa história é algo que afeta todo mundo, em qualquer país:
O petróleo.

Uma das maiores reservas do planeta
A Venezuela possui uma das maiores reservas de petróleo do mundo.
Isso significa que qualquer interferência direta nesse país — seja por sanções, controle externo ou ações militares — impacta imediatamente o mercado global de energia.
E o petróleo não afeta só governos ou grandes empresas.
Ele está presente em praticamente tudo na nossa vida cotidiana.

Onde o petróleo pesa no bolso do povo
O petróleo influencia diretamente:

o preço da gasolina, que vai no tanque do carro;
🚚 o óleo diesel, que move caminhões, ônibus, tratores e toda a cadeia de transporte;
🔥 o gás de cozinha, que chega à casa do povo;
🛒 o frete dos alimentos, encarecendo arroz, feijão, carne e pão;
⚡ a energia, a indústria, os serviços e o custo de vida como um todo.
Quando uma potência interfere, o mundo reage

Quando uma potência como os Estados Unidos interfere diretamente em um país produtor de petróleo, o mercado reage imediatamente.

Investidores ficam inseguros;
O preço do barril oscila;
A instabilidade é repassada para a população mundial.
O discurso pode ser político, judicial ou até moral.
Mas, na prática, o petróleo vira instrumento de pressão e controle.
E toda vez que o petróleo entra em crise, o mundo inteiro sente.
É assim que começam as crises globais
As consequências seguem um padrão conhecido:
aumento dos combustíveis;
inflação generalizada;
custo de vida fora de controle;
empobrecimento das populações mais vulneráveis.

E aqui está um ponto central:
Quem paga essa conta não são os grandes líderes.
Nem os donos das petroleiras.

👉 Quem paga é o povo.

O trabalhador, o caminhoneiro, a dona de casa, o pequeno comerciante.
Não é “problema da Venezuela”

Por isso, esse assunto não pode ser tratado como algo distante.

❌ Não é “problema da Venezuela”;
❌ Não é “briga de governo”.
✔ É um problema mundial.

Quando o controle do petróleo sai das mãos de um país e passa a ser decidido por interesses externos, abre-se um precedente perigoso.

Hoje é a Venezuela.
Amanhã pode ser qualquer outro país rico em recursos naturais.
Energia, poder e controle
Quando a população começa a perceber que:
o preço da gasolina não sobe por acaso;
o diesel e o gás encarecem por decisões geopolíticas;
a pressão cresce.
Nenhum governo consegue sustentar uma crise global prolongada quando a maioria da população está contra.

A história mostra:
👉 quem controla a energia, controla economias;
👉 quem controla economias, controla vidas.
Informação é defesa

Por isso, informação, consciência e posicionamento são fundamentais.
Porque quando o petróleo vira arma política,
o impacto não fica lá fora —
ele chega dentro da nossa casa.