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sábado, 31 de janeiro de 2026

O Mundo Sem ONU: Quem Vai Avisar da Próxima Pandemia? Quem Vai Socorrer os Países?

ONU à Beira do Colapso: O Que Acontece com a Saúde, a Paz e as Cidades Pequenas?
Não é ficção. Não é exagero. Não é teoria da conspiração.

A Organização das Nações Unidas (ONU) vive hoje a maior crise financeira e política de sua história. E, se esse sistema falhar, o mundo inteiro vai sentir primeiro — principalmente os mais pobres, as cidades pequenas e os países em desenvolvimento.

A pergunta que precisa ser feita, com toda a seriedade, é simples e assustadora:

👉 quem vai coordenar o mundo quando a próxima grande crise chegar?

🚨 A ONU está quebrando?

A ONU não “acabou” oficialmente, mas enfrenta um risco real de colapso operacional. Falta dinheiro, falta consenso político e falta liderança global capaz de unir os países em torno de soluções coletivas.
Milhares de milhões de dólares em contribuições obrigatórias não foram pagos por países-membros. Sem esse dinheiro, a ONU começa a atrasar programas, cortar projetos e reduzir sua capacidade de agir.

👉 Uma organização global sem caixa não consegue prevenir guerras, responder a pandemias nem apoiar países em crise.

🌍 O papel dos Estados Unidos e a pressão para enfraquecer a ONU

Os Estados Unidos, historicamente o maior financiador da ONU, vêm reduzindo apoio financeiro e político. Esse movimento se intensificou com Donald Trump, que sempre declarou abertamente sua rejeição ao multilateralismo.
Trump defende que os EUA não devem sustentar organismos internacionais e já sinalizou interesse em criar estruturas alternativas, controladas apenas por um grupo restrito de países aliados.

O problema é simples e perigoso:

👉 não existe hoje nenhuma outra organização capaz de substituir a ONU em escala global.

Enfraquecer a ONU sem colocar nada funcional no lugar é abrir um vazio. E vazios globais nunca ficam vazios por muito tempo — eles são ocupados por conflitos, crises e caos.

🦠 E a OMS? Quem vai avisar o mundo?
A Organização Mundial da Saúde (OMS) é uma das maiores vítimas desse processo.

Foi a OMS que:

Alertou o mundo sobre a COVID-19
Coordenou respostas a epidemias como Ebola e gripe aviária

Monitorou variantes e riscos globais à saúde
Sem uma OMS forte:

Países pobres ficam sem alerta antecipado
Sistemas de saúde colapsam antes de reagir
Doenças atravessam fronteiras sem controle
Vírus não pedem visto, não respeitam ideologia e não escolhem país rico ou pobre.

👉 Sem coordenação global, todos ficam vulneráveis.

⚔️ E a paz mundial?

A ONU também atua como mediadora de conflitos. Quando ela enfraquece:
Guerras regionais tendem a escalar
Falta um árbitro reconhecido
Prevalece a lei do mais forte
Isso significa mais refugiados, mais instabilidade econômica e mais crises humanitárias.

🏙️ O impacto invisível: cidades pequenas e o interior

Esse é o ponto que quase ninguém explica.
A ONU não atua só em guerras e grandes crises. Ela está presente, direta ou indiretamente, em:

Projetos sociais
Programas de saúde
Apoio ambiental
Turismo sustentável
Desenvolvimento local
Parcerias com estados, municípios e ONGs
Em regiões como:
Itatiaia
Resende
Volta Redonda
Sul Fluminense

O enfraquecimento da ONU pode significar:
Menos recursos para projetos sociais
Menos apoio ambiental e turístico
Menos programas de geração de renda
Municípios isolados, dependendo apenas de orçamentos já apertados

👉 Cidades pequenas sentem primeiro.

🌍 Estamos caminhando para uma crise mundial?

Crises globais não começam com explosões. Elas começam com:
Instituições enfraquecidas
Falta de cooperação
Cada país por si
Quando a próxima grande pandemia, guerra ou colapso econômico acontecer, a pergunta será cruel:

👉 quem vai coordenar a resposta?
Sem ONU forte, sem OMS estruturada e sem cooperação internacional, o mundo reage tarde, mal e de forma desigual.

🧠 Conclusão: o alerta que precisa ser ouvido
O que está em jogo não é apenas a ONU, mas o modelo de proteção coletiva que evita que crises virem tragédias globais.
Quando organismos internacionais enfraquecem:
Quem paga a conta primeiro não são as grandes potências
São os trabalhadores
As cidades pequenas
Os países mais vulneráveis
Ignorar esse debate hoje é aceitar o risco de um amanhã mais inseguro, mais desigual e mais instável.

A pergunta final fica para cada leitor:

👉 se o mundo ficar sem coordenação global, você acha mesmo que sua cidade ficará protegida?

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

O petróleo da Venezuela e o risco de uma crise mundial


Quando se fala em Venezuela, muita gente pensa apenas em política ou em conflitos internos.
Mas o que realmente está no centro dessa história é algo que afeta todo mundo, em qualquer país:
O petróleo.

Uma das maiores reservas do planeta
A Venezuela possui uma das maiores reservas de petróleo do mundo.
Isso significa que qualquer interferência direta nesse país — seja por sanções, controle externo ou ações militares — impacta imediatamente o mercado global de energia.
E o petróleo não afeta só governos ou grandes empresas.
Ele está presente em praticamente tudo na nossa vida cotidiana.

Onde o petróleo pesa no bolso do povo
O petróleo influencia diretamente:

o preço da gasolina, que vai no tanque do carro;
🚚 o óleo diesel, que move caminhões, ônibus, tratores e toda a cadeia de transporte;
🔥 o gás de cozinha, que chega à casa do povo;
🛒 o frete dos alimentos, encarecendo arroz, feijão, carne e pão;
⚡ a energia, a indústria, os serviços e o custo de vida como um todo.
Quando uma potência interfere, o mundo reage

Quando uma potência como os Estados Unidos interfere diretamente em um país produtor de petróleo, o mercado reage imediatamente.

Investidores ficam inseguros;
O preço do barril oscila;
A instabilidade é repassada para a população mundial.
O discurso pode ser político, judicial ou até moral.
Mas, na prática, o petróleo vira instrumento de pressão e controle.
E toda vez que o petróleo entra em crise, o mundo inteiro sente.
É assim que começam as crises globais
As consequências seguem um padrão conhecido:
aumento dos combustíveis;
inflação generalizada;
custo de vida fora de controle;
empobrecimento das populações mais vulneráveis.

E aqui está um ponto central:
Quem paga essa conta não são os grandes líderes.
Nem os donos das petroleiras.

👉 Quem paga é o povo.

O trabalhador, o caminhoneiro, a dona de casa, o pequeno comerciante.
Não é “problema da Venezuela”

Por isso, esse assunto não pode ser tratado como algo distante.

❌ Não é “problema da Venezuela”;
❌ Não é “briga de governo”.
✔ É um problema mundial.

Quando o controle do petróleo sai das mãos de um país e passa a ser decidido por interesses externos, abre-se um precedente perigoso.

Hoje é a Venezuela.
Amanhã pode ser qualquer outro país rico em recursos naturais.
Energia, poder e controle
Quando a população começa a perceber que:
o preço da gasolina não sobe por acaso;
o diesel e o gás encarecem por decisões geopolíticas;
a pressão cresce.
Nenhum governo consegue sustentar uma crise global prolongada quando a maioria da população está contra.

A história mostra:
👉 quem controla a energia, controla economias;
👉 quem controla economias, controla vidas.
Informação é defesa

Por isso, informação, consciência e posicionamento são fundamentais.
Porque quando o petróleo vira arma política,
o impacto não fica lá fora —
ele chega dentro da nossa casa.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Do Ouro Negro ao Antigo Cativeiro — Dois Governantes, Dois Impérios, uma História de Soberania Roubada

Em dois momentos históricos separados por milênios, encontramos uma profunda e simbólica conexão entre a ganância dos impérios e a resistência de líderes que se recusaram a entregar os recursos e a dignidade de seus povos.

No século VI a.C., o rei **Zedequias — o último rei de Judá — foi colocado no trono por Nabucodonosor II, poderoso rei da Babilônia. No entanto, quando Zedequias tentou resistir à autoridade babilônica, Jerusalém foi sitiada, o Templo foi destruído e Zedequias foi capturado. Ele viu seus próprios filhos serem mortos diante de seus olhos, teve seus olhos perfurados e foi levado em cativeiro para a Babilônia — um ato que simbolizou a derrota completa de sua nação e a perda de sua soberania. 

Esse episódio, registrado na história bíblica, não é só um relato religioso, mas um símbolo de como potências estrangeiras sempre perseguiram a riqueza e o controle de outros 

 Século XXI: A Luta pelo “Ouro Negro

Nos nossos dias, outra narrativa semelhante vem sendo contada com protagonista moderno. A Venezuela, detentora de uma das maiores reservas de petróleo do mundo, tornou-se palco de um gigantesco embate geopolítico no início de 2026.

Em uma operação militar, o presidente venezuelano Nicolás Maduro foi capturado por forças armadas dos Estados Unidos e levado para julgamento em solo norte-americano. Isso gerou forte condenação por parte do governo venezuelano e aliados regionais, que classificaram o ato como um “sequestro” e agressão à soberania.

Donald Trump, que liderou a intervenção, deixou claro que parte da estratégia envolvia envolver fortemente os Estados Unidos no setor petrolífero venezuelano — um movimento descrito tanto nos meios internacionais quanto nos canais oficiais.

Justamente como no passado quando Nabucodonosor cobiçava os tesouros de Jerusalém, hoje o “ouro negro” — o petróleo venezuelano — tem sido um fator central dessa disputa moderna. Enquanto Zedequias se recusou a submeter sua terra à Babilônia, Maduro também se apresentou como um líder que defendia os recursos nacionais contra pressões externas — inclusive contra tentativas de tomar o controle do petróleo.

🧠 Soberania, Resistência e Memória

A história nos ensina que impérios sempre buscaram controlar aquilo que consideram recursos estratégicos — sejam metais preciosos ou petróleo. Na narrativa bíblica, Nabucodonosor tomou a riqueza e o povo de Jerusalém; na realidade moderna, acusações de controle de recursos energéticos e de intervenção continuam colidindo.
Para muitos venezuelanos e observadores internacionais, o episódio de 2026 representa não apenas uma disputa judicial ou militar, mas um desafio à soberania de uma nação que, como Judá há séculos atrás, se viu diante de uma potência disposta a tomar o que considera vital à sua própria prosperidade.

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Emanuel Venâncio: Um Educador Que Está Transformando Vidas em Moçambique

Em meio a uma geração movida pela tecnologia e pela velocidade das redes sociais, algumas pessoas conseguem ir além da tela e transformar impacto digital em impacto real. Entre esses nomes está Emanuel Venâncio, professor moçambicano e criador de conteúdo que vem construindo uma trajetória de solidariedade, educação e dedicação ao próximo.
Mesmo com recursos limitados, Emanuel encontrou nas plataformas digitais uma forma de conectar pessoas, contar histórias e mobilizar ajuda para famílias e comunidades que enfrentam desafios diários. Seu trabalho não é institucional, não é político: é humano. E é justamente esse compromisso com o bem que vem inspirando milhares de seguidores em Moçambique, no Brasil e em outros países.

Educação como ponto de partida

Antes de se tornar influenciador, Emanuel já era professor. E isso aparece em tudo o que faz: na forma como fala com as crianças, na maneira respeitosa de abordar as famílias, na consciência de que a educação transforma vidas.
Várias das ações que ele desenvolve atualmente estão ligadas diretamente à escolaridade. Com apoio de seguidores, Emanuel já ajudou a reformar escolas, reconstruir salas de aula e garantir condições melhores para estudantes de regiões carentes. A educação é o centro de sua missão.

Projetos sociais que chegam a quem mais precisa

Com transparência e simplicidade, Emanuel mostra o dia a dia das comunidades que visita:

famílias que recebem alimentos;

crianças que ganham uma refeição especial;

mulheres e idosos contemplados com roupas, mantimentos e cuidados;

casas humildes que passam por reforma;

e, em alguns casos, construções completas, que devolvem dignidade a quem perdeu tudo.

Essas ações só são possíveis graças a uma corrente generosa formada em grande parte por seguidores brasileiros — muitos deles tocados pelas histórias reais que ele compartilha.

Emanuel não promete nada além do que pode fazer. E tudo o que faz, ele mostra: desde a compra dos materiais até o acompanhamento final.

A futura ONG: um passo natural e responsável

Com o crescimento do alcance e dos projetos, nasceu a necessidade de organizar as ações de forma mais estruturada. Por isso, está em andamento a criação de uma ONG oficial, que dará ainda mais responsabilidade, transparência e capacidade de atuação.
A ONG não é para fins políticos — é para ajudar.
Ela permitirá que todas as ações sigam regras claras, respeitadas por qualquer instituição séria, e garantirá mais segurança para quem deseja contribuir.

Um exemplo que inspira sem atacar ninguém

É importante lembrar: Emanuel não atua contra governo, contra instituições ou contra qualquer pessoa. Seu trabalho não é de oposição — é de apoio às famílias que mais precisam. Ele sempre age com respeito, ética e empatia. Seu objetivo é ajudar, não se envolver em conflitos.

E justamente por agir com serenidade e equilíbrio, ele conquistou a confiança de milhares.

Como ajudar — se desejar

Muitas pessoas perguntam como podem colaborar com o trabalho dele.
Para quem deseja participar dessa corrente do bem, o próprio Emanuel disponibiliza em suas redes sociais uma chave Pix para doações destinadas às ações sociais e, futuramente, à ONG em construção.

LulaPix:
📌 71835984118
(Chave PIX disponibilizada pelo próprio Emanuel em seu perfil público)

Qualquer valor faz diferença — e a transparência sempre foi marca de tudo que ele realiza.

Um futuro de esperança

O impacto de Emanuel Venâncio não está apenas nas doações ou no trabalho social. Está no exemplo. Ele mostra que cada pessoa pode fazer a diferença onde está — e que a solidariedade não tem fronteiras.

Moçambique sempre foi uma terra de gente forte, acolhedora e determinada. Emanuel é parte dessa força. E enquanto continuar trabalhando com humildade, respeito e dedicação, continuará inspirando muitos outros.

Seu nome não precisa de holofotes.
Ele precisa apenas continuar fazendo o que sempre fez: ajudar, ensinar e transformar vidas.

segunda-feira, 10 de novembro de 2025

🌹 Tiana: a travesti de 92 anos que virou símbolo de resistência no Brasil

Em um país onde a expectativa de vida de pessoas trans e travestis gira em torno de apenas 35 anos, segundo dados da ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais), o fato de Tiana ter chegado aos 92 anos de idade é, por si só, um ato de resistência e milagre.

Moradora de Governador Valadares (MG), Tiana é reconhecida como a travesti mais idosa do Brasil. Negra, de origem humilde e profundamente religiosa, ela construiu sua história desafiando preconceitos, violências e exclusões que marcaram a vida de muitas pessoas trans ao longo das décadas. Sua fé e coragem a tornaram uma referência viva de força e dignidade.

Agora, a história dessa mulher inspiradora ganha destaque nacional com o curta-documental “Meu Nome é Tiana”, dirigido por Dafny Bastet, que estreia dia 10 de novembro na HBO e HBO Max, e também será exibido no canal TLC no dia 18/11, às 23h50.
O filme integra o programa Narrativas Negras Não Contadas – Black Brazil Unspoken, iniciativa da Warner Bros. Discovery (WBD Access) que apoia talentos negros no audiovisual brasileiro.

Segundo a diretora, o documentário é uma celebração da vida, fé e resistência de Tiana:

> “Tiana me ensina a viver com mais coragem. Espero que o filme inspire outras pessoas a serem fiéis a si mesmas, sem medo de ser feliz”,
declarou Dafny Bastet.

Em meio à violência e à intolerância ainda enfrentadas pela população LGBTQIAPN+, Tiana é um farol de esperança. Sua longevidade é um lembrete poderoso de que ser quem se é, com orgulho e fé, é uma das formas mais belas de enfrentar o mundo.
Mesmo aos 92 anos, ela continua sendo presença ativa na comunidade de Governador Valadares — uma mulher que uniu fé e identidade, sem renunciar a nenhuma das duas.

O filme “Meu Nome é Tiana” promete emocionar e inspirar, mostrando que a força de uma vida pode romper todas as barreiras.
Tiana é, acima de tudo, uma guerreira brasileira, cuja história merece ser contada, celebrada e lembrada como símbolo de resiliência, fé e amor próprio.

📺 Estreia

HBO Max e HBO: 10 de novembro

TLC: 18 de novembro, às 23h50

📚 Fontes consultadas: Revista Afirmativa, Observatório G, Cinemateca Brasileira, Black Company, ANTRA, Warner Bros. Discovery.
📍 Governador Valadares (MG)


sábado, 1 de novembro de 2025

💣 BOMBA! A CAIXA VAI ENTRAR NO MUNDO DAS BETS – E O GOVERNO AINDA NÃO SABE SE GOSTA DISSO

Eu vou ser direto: essa notícia pode mudar o jogo — e não é força de expressão. Está circulando que a Caixa Econômica Federal, o banco público mais tradicional do país, vai lançar sua própria plataforma de apostas esportivas online, apelidada de “Bet da Caixa”.

O plano é entrar de vez nesse mercado que, até pouco tempo atrás, era dominado por sites privados com nomes chamativos e propagandas em todos os cantos da internet. Agora, quem chega é o Estado brasileiro, colocando o pé num setor que movimenta bilhões de reais, mas também levanta questões morais e sociais profundas.

E é aí que a história fica interessante.

De um lado, é uma jogada estratégica. As loterias tradicionais da Caixa vêm perdendo força, principalmente entre os jovens, que preferem a adrenalina das apostas esportivas. Criar uma plataforma própria pode ser uma forma de recuperar arrecadação e competir de igual para igual com as bets privadas.

Mas do outro lado — e esse é o ponto que gera desconforto político — está a contradição moral e social.
Como uma instituição pública, criada para promover políticas sociais e ajudar na distribuição de renda, pode agora incentivar um tipo de jogo que, segundo especialistas, pode causar vício, endividamento e desequilíbrio familiar?

Essa é a pergunta que o governo vai ter que responder — e rápido.

Há rumores de que o presidente Lula não teria gostado da ideia. E, sinceramente, faz sentido. Um governo que defende o trabalhador e fala em cuidar do povo pode se ver num dilema ético: apostar na arrecadação ou na prudência?

Na prática, o que parece é que a Caixa tenta modernizar sua imagem, entrar na era digital e não perder espaço num setor que só cresce. Só que há um risco real de o Estado cruzar uma linha tênue entre “jogo controlado” e “jogo patrocinado pelo próprio governo”.

Os dados mostram que o Brasil está caminhando para se tornar um dos maiores mercados de apostas do mundo. Só em 2024, esse setor movimentou mais de R$ 20 bilhões. Se a Caixa conseguir capturar uma fatia disso, o lucro será gigantesco. Mas a pergunta que fica é: a que custo social?

O Brasil sempre teve uma relação ambígua com o jogo. Quando é proibido, ele sobrevive nas sombras. Quando é liberado, vira febre nacional. Agora, quando o jogo passa a ser negócio do próprio Estado, estamos entrando numa nova fase — onde o moral, o político e o econômico se misturam como nunca.

Se Lula vai permitir ou vetar, apoiar ou recuar, ainda não dá pra saber. Mas uma coisa é certa: o “Bet da Caixa” vai fazer barulho.
E talvez essa seja a aposta mais arriscada que o governo já fez.

quinta-feira, 23 de outubro de 2025

🚨 Acabou a farra dos ciclomotores! Nova lei vai mudar tudo a partir de 2026


Nos últimos anos, o número de ciclomotores, especialmente os modelos elétricos, cresceu de forma impressionante no Brasil. Eles são econômicos, práticos e caíram no gosto popular. Mas, junto com o crescimento, veio também um aumento preocupante de imprudência nas ruas.

É cada vez mais comum ver pessoas pilotando sem capacete, sem habilitação, e até usando o celular enquanto dirigem. Eu mesmo já vi cenas absurdas — como uma mulher que parou o ciclomotor no meio da rua, sem motivo, só pra olhar o celular. Um simples descuido que poderia ter terminado em tragédia.

Pois é... essa farra está com os dias contados.
A partir de 1º de janeiro de 2026, entra em vigor a nova regra do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). E agora é pra valer:

✅ Quem pilota ciclomotor vai precisar ter habilitação (categoria A ou ACC)
✅ Capacete será obrigatório
✅ O veículo deverá estar emplacado e licenciado

Essas medidas não são apenas burocracia — são questões de vida ou morte. Segundo dados de segurança viária, o uso do capacete reduz em até 70% o risco de morte em acidentes com motos e ciclomotores. Mesmo assim, muitos ainda insistem em pilotar sem ele, como se nada pudesse acontecer.

O que está em jogo não é só cumprir uma lei.
É respeitar a própria vida e a dos outros.
A imprudência virou rotina, e só com regras mais rígidas e fiscalização constante é que o trânsito poderá se tornar mais seguro.

Regularizar o ciclomotor, usar o capacete e ter habilitação não é um castigo — é um ato de responsabilidade e respeito coletivo. Quem reclama dessa nova lei, na verdade, está se opondo à segurança.

🚦 A nova lei vem para organizar, proteger e conscientizar.
O trânsito é um espaço compartilhado, e a liberdade de um termina onde começa o risco do outro.

✍️ Por Adeilson Oliveira
Guia e cidadão Articulista e Cidadão consciente
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