Nos últimos anos, o número de ciclomotores, especialmente os modelos elétricos, cresceu de forma impressionante no Brasil. Eles são econômicos, práticos e caíram no gosto popular. Mas, junto com o crescimento, veio também um aumento preocupante de imprudência nas ruas.
É cada vez mais comum ver pessoas pilotando sem capacete, sem habilitação, e até usando o celular enquanto dirigem. Eu mesmo já vi cenas absurdas — como uma mulher que parou o ciclomotor no meio da rua, sem motivo, só pra olhar o celular. Um simples descuido que poderia ter terminado em tragédia.
Pois é... essa farra está com os dias contados.
A partir de 1º de janeiro de 2026, entra em vigor a nova regra do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). E agora é pra valer:
✅ Quem pilota ciclomotor vai precisar ter habilitação (categoria A ou ACC)
✅ Capacete será obrigatório
✅ O veículo deverá estar emplacado e licenciado
Essas medidas não são apenas burocracia — são questões de vida ou morte. Segundo dados de segurança viária, o uso do capacete reduz em até 70% o risco de morte em acidentes com motos e ciclomotores. Mesmo assim, muitos ainda insistem em pilotar sem ele, como se nada pudesse acontecer.
O que está em jogo não é só cumprir uma lei.
É respeitar a própria vida e a dos outros.
A imprudência virou rotina, e só com regras mais rígidas e fiscalização constante é que o trânsito poderá se tornar mais seguro.
Regularizar o ciclomotor, usar o capacete e ter habilitação não é um castigo — é um ato de responsabilidade e respeito coletivo. Quem reclama dessa nova lei, na verdade, está se opondo à segurança.
🚦 A nova lei vem para organizar, proteger e conscientizar.
O trânsito é um espaço compartilhado, e a liberdade de um termina onde começa o risco do outro.
✍️ Por Adeilson Oliveira
Guia e cidadão Articulista e Cidadão consciente
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