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sábado, 1 de novembro de 2025

💣 BOMBA! A CAIXA VAI ENTRAR NO MUNDO DAS BETS – E O GOVERNO AINDA NÃO SABE SE GOSTA DISSO

Eu vou ser direto: essa notícia pode mudar o jogo — e não é força de expressão. Está circulando que a Caixa Econômica Federal, o banco público mais tradicional do país, vai lançar sua própria plataforma de apostas esportivas online, apelidada de “Bet da Caixa”.

O plano é entrar de vez nesse mercado que, até pouco tempo atrás, era dominado por sites privados com nomes chamativos e propagandas em todos os cantos da internet. Agora, quem chega é o Estado brasileiro, colocando o pé num setor que movimenta bilhões de reais, mas também levanta questões morais e sociais profundas.

E é aí que a história fica interessante.

De um lado, é uma jogada estratégica. As loterias tradicionais da Caixa vêm perdendo força, principalmente entre os jovens, que preferem a adrenalina das apostas esportivas. Criar uma plataforma própria pode ser uma forma de recuperar arrecadação e competir de igual para igual com as bets privadas.

Mas do outro lado — e esse é o ponto que gera desconforto político — está a contradição moral e social.
Como uma instituição pública, criada para promover políticas sociais e ajudar na distribuição de renda, pode agora incentivar um tipo de jogo que, segundo especialistas, pode causar vício, endividamento e desequilíbrio familiar?

Essa é a pergunta que o governo vai ter que responder — e rápido.

Há rumores de que o presidente Lula não teria gostado da ideia. E, sinceramente, faz sentido. Um governo que defende o trabalhador e fala em cuidar do povo pode se ver num dilema ético: apostar na arrecadação ou na prudência?

Na prática, o que parece é que a Caixa tenta modernizar sua imagem, entrar na era digital e não perder espaço num setor que só cresce. Só que há um risco real de o Estado cruzar uma linha tênue entre “jogo controlado” e “jogo patrocinado pelo próprio governo”.

Os dados mostram que o Brasil está caminhando para se tornar um dos maiores mercados de apostas do mundo. Só em 2024, esse setor movimentou mais de R$ 20 bilhões. Se a Caixa conseguir capturar uma fatia disso, o lucro será gigantesco. Mas a pergunta que fica é: a que custo social?

O Brasil sempre teve uma relação ambígua com o jogo. Quando é proibido, ele sobrevive nas sombras. Quando é liberado, vira febre nacional. Agora, quando o jogo passa a ser negócio do próprio Estado, estamos entrando numa nova fase — onde o moral, o político e o econômico se misturam como nunca.

Se Lula vai permitir ou vetar, apoiar ou recuar, ainda não dá pra saber. Mas uma coisa é certa: o “Bet da Caixa” vai fazer barulho.
E talvez essa seja a aposta mais arriscada que o governo já fez.

quinta-feira, 23 de outubro de 2025

🚨 Acabou a farra dos ciclomotores! Nova lei vai mudar tudo a partir de 2026


Nos últimos anos, o número de ciclomotores, especialmente os modelos elétricos, cresceu de forma impressionante no Brasil. Eles são econômicos, práticos e caíram no gosto popular. Mas, junto com o crescimento, veio também um aumento preocupante de imprudência nas ruas.

É cada vez mais comum ver pessoas pilotando sem capacete, sem habilitação, e até usando o celular enquanto dirigem. Eu mesmo já vi cenas absurdas — como uma mulher que parou o ciclomotor no meio da rua, sem motivo, só pra olhar o celular. Um simples descuido que poderia ter terminado em tragédia.

Pois é... essa farra está com os dias contados.
A partir de 1º de janeiro de 2026, entra em vigor a nova regra do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). E agora é pra valer:

✅ Quem pilota ciclomotor vai precisar ter habilitação (categoria A ou ACC)
✅ Capacete será obrigatório
✅ O veículo deverá estar emplacado e licenciado

Essas medidas não são apenas burocracia — são questões de vida ou morte. Segundo dados de segurança viária, o uso do capacete reduz em até 70% o risco de morte em acidentes com motos e ciclomotores. Mesmo assim, muitos ainda insistem em pilotar sem ele, como se nada pudesse acontecer.

O que está em jogo não é só cumprir uma lei.
É respeitar a própria vida e a dos outros.
A imprudência virou rotina, e só com regras mais rígidas e fiscalização constante é que o trânsito poderá se tornar mais seguro.

Regularizar o ciclomotor, usar o capacete e ter habilitação não é um castigo — é um ato de responsabilidade e respeito coletivo. Quem reclama dessa nova lei, na verdade, está se opondo à segurança.

🚦 A nova lei vem para organizar, proteger e conscientizar.
O trânsito é um espaço compartilhado, e a liberdade de um termina onde começa o risco do outro.

✍️ Por Adeilson Oliveira
Guia e cidadão Articulista e Cidadão consciente
#TrânsitoSeguro #Ciclomotor #NovaLei2026 #ConsciênciaNoTrânsito

terça-feira, 21 de outubro de 2025

Quando o Microfone Vira Espelho

   Vereadora rir sozinha após cantar na seção 
 
Adeilson Oliveira

Durante uma sessão da Câmara de Itatiaia, a vereadora Elis (Avante) decidiu cantar um trecho de Chitãozinho & Xororó. Um gesto aparentemente simples, despretensioso — quase um momento de leveza. Mas há lugares onde o riso pesa, e o som ecoa diferente. O plenário, afinal, é o coração da política municipal. E quando o coração se distrai, a cidade sente.

Na minha opinião, o microfone de uma vereadora não é um brinquedo. Ele carrega o peso da voz de centenas de eleitores, de esperanças silenciosas e promessas feitas na urna. Quando esse microfone se transforma em instrumento de descontração, o povo, que acompanha em casa, se pergunta: quem está cuidando das causas enquanto o som toca?


É preciso reconhecer que Elis tem iniciativas importantes. Levou crianças para um passeio no Rio de Janeiro, participou de ações no Dia das Crianças e se envolve em projetos comunitários. Isso mostra empatia e presença. Mas política é mais do que presença física — é presença moral, é saber onde se está e o que se representa. Uma boa ação não se sustenta sozinha se o comportamento, mesmo que por segundos, desvia do eixo da responsabilidade.

E aqui vai meu recado, não de adversário, mas de cidadão atento: quem assume um mandato carrega um símbolo. Cada palavra, cada sorriso, cada brincadeira — tudo vira mensagem. O povo de Itatiaia precisa de representantes que saibam equilibrar leveza e seriedade, empatia e autoridade. Porque o microfone que hoje diverte é o mesmo que amanhã será cobrado por respostas.

O poder político tem suas sutilezas. Ele não grita, ele sussurra. E quando o povo começa a ouvir desafinado, é sinal de que algo está fora do tom.

Portanto, vereadora, afine o instrumento do mandato. Continue ajudando, participando, mostrando empatia. Mas lembre-se: o plenário não é palco, é espelho. E o reflexo que se projeta ali é o que o povo levará na memória quando a música parar.

E para encerrar — afinada como cantora, sim, mas dessa vez, desafinou como vereadora.


Confira abaixo o vídeo da sessão:

sábado, 27 de setembro de 2025

O Pesadelo na Pousada


Eu me deitei para descansar naquela noite na pousada, querendo só uns minutos de paz. Fechei os olhos e o sono veio rápido, profundo, mas carregado de uma sensação estranha. Algo no ar parecia pesado, como se houvesse uma presença me observando.

De repente, me vi deitado na cama do quarto. Virei a cabeça para o lado... e lá estava ele: Jason, o assassino mascarado dos filmes de terror, parado, imóvel, com uma faca enorme na mão. Naquele instante, o medo tomou conta de mim. Meu coração disparou e, num impulso, eu pulei da cama e saí correndo, enquanto ele vinha atrás de mim, pronto para me atacar.

Corri por um corredor estreito e entrei em outro cômodo, batendo a porta atrás de mim. Quando olhei ao redor, ele simplesmente sumiu, como se nunca tivesse estado ali. Respirei fundo, tentando me acalmar, e voltei ao quarto. Foi então que senti um frio na espinha: eu me vi deitado novamente na cama, exatamente como antes.

Desesperado, corri de novo, dessa vez para fora da pousada. Enquanto corria, peguei o celular e comecei a ligar para a polícia, falando sem parar, pedindo socorro. A DPO ficava perto dali, e eu fui direto para lá. Quando cheguei, já havia uma multidão em frente à pousada. Dois policiais me acompanharam de volta.

No meio da confusão, veio a revelação: o homem mascarado não era Jason, mas sim o Coruja — alguém que eu conhecia. Meu coração ficou em pedaços. Era como se o mundo tivesse virado do avesso.

Mais tarde, já perto das quatro da manhã, eu consegui adormecer novamente. Mas, de repente, acordei assustado ao ouvir uma voz suave e clara me chamando:
— Neném!

Abri os olhos na hora, olhei ao redor... não havia ninguém. Só o quarto silencioso, mergulhado na escuridão.

Fiquei ali, imóvel, tentando entender. Foi apenas um sonho? Um aviso? Ou algo que eu não consigo explicar?

Naquele instante, só consegui sentir uma certeza: nem todo terror fica preso nos filmes, e nem toda voz vem de alguém que podemos ver.

sexta-feira, 26 de setembro de 2025

São Cosme e São Damião: Generosidade, Doçura e Tradição Popular no Brasil

O dia 27 de setembro é especial no Brasil: é o dia de São Cosme e São Damião, santos gêmeos conhecidos por sua generosidade, dedicação aos doentes e amor às crianças. A festa que leva seus nomes mistura fé, cultura popular e solidariedade, sendo celebrada tanto em igrejas quanto nas ruas, com uma tradição que conquistou todas as regiões do país: a distribuição de doces.

A História dos Santos

Cosme e Damião eram irmãos gêmeos que viveram no século III na cidade de Cilícia, região que hoje pertence à Turquia. Formados em medicina, praticavam a caridade, atendendo gratuitamente todos que precisavam de ajuda. A fama de sua generosidade se espalhou, e eles foram martirizados por se recusarem a abandonar a fé cristã. No Brasil, a devoção a eles se intensificou, especialmente no Nordeste e Sudeste, tornando-os protetores das crianças e símbolo de cuidado e solidariedade.

Por Que Distribuir Doces?

O costume de dar doces no dia 27 de setembro tem raízes profundas na história e na cultura brasileira:

1. Representação da generosidade: Dar doces simboliza o cuidado gratuito que os santos ofereciam aos necessitados.

2. Foco nas crianças: Cosme e Damião são considerados protetores dos pequenos, e o gesto de entregar balas, pirulitos ou bolos reflete carinho e atenção.

3. Valor simbólico dos doces: Na época colonial, doces eram raros e valiosos, e distribuí-los significava compartilhar algo precioso.

4. Tradição de partilha: Famílias e comunidades adotaram o costume como um ato coletivo de união e solidariedade, ensinando às crianças o valor da generosidade.

Como a Festa É Comemorada pelo Brasil

Embora tenha origem religiosa, a festa de São Cosme e São Damião se espalhou pelo país como uma celebração popular, com costumes que variam de região para região:

Distribuição de doces: Em cidades grandes e pequenas, crianças recebem balas, bolos e pirulitos de vizinhos e familiares.

Festas comunitárias: Igrejas, escolas e associações promovem quermesses, brincadeiras e apresentações culturais.

Missas e celebrações religiosas: As paróquias realizam missas, bênçãos das crianças e dos alimentos distribuídos.

Eventos culturais: Encenações da vida dos santos, procissões e pequenas peças teatrais são comuns em algumas cidades, reforçando a história e os valores dos santos.

Adaptação regional: No Nordeste, a festa tem clima de quermesse; no Sudeste, há famílias que preparam cestas de doces para a vizinhança; em regiões do Sul, a distribuição é combinada com encontros comunitários.

Curiosidades

A tradição de distribuir doces se tornou tão popular que, em muitas regiões, crianças de todas as crenças esperam ansiosamente o dia 27 para receber balas e pirulitos.

Em algumas cidades do Nordeste, o costume se mistura com festas juninas, com barraquinhas de doces e brincadeiras típicas.

Na Umbanda e na Candomblé, Cosme e Damião são associados a entidades infantis e protetores das crianças, reforçando a relação da festa com cuidado e alegria.

A festa de São Cosme e São Damião é um exemplo de como a religião, a cultura popular e a solidariedade se entrelaçam no Brasil. Mais do que celebrar santos, o dia 27 de setembro é um momento de partilha, carinho e alegria, ensinando às crianças e adultos que a generosidade pode ser simples, doce e acessível a todos.

terça-feira, 23 de setembro de 2025

🌐 A Virada Geopolítica: Lula, Trump e o Enfraquecimento do Bolsonarismo

Nos últimos dias, o cenário político internacional passou por uma mudança significativa que promete impactar diretamente a política brasileira. O encontro na ONU trouxe novos elementos para o tabuleiro global e surpreendeu aliados e adversários.
O movimento mais inesperado foi a aproximação entre Donald Trump e o presidente Lula, que até pouco tempo atrás se posicionavam em lados opostos. Essa guinada altera profundamente o equilíbrio de forças e atinge em cheio o bolsonarismo, que sempre contou com Trump como seu principal símbolo e aliado internacional.

1. O Cenário Internacional Antes da Mudança

Historicamente, Donald Trump e Jair Bolsonaro mantinham uma relação de forte alinhamento ideológico. Ambos defendiam pautas conservadoras, criticavam políticas ambientais globais e se apresentavam como líderes de uma nova direita internacional.
Nesse contexto, o bolsonarismo via em Trump uma referência e uma espécie de proteção externa. A narrativa construída era de que Lula estava isolado internacionalmente e que Bolsonaro tinha aliados poderosos no exterior, especialmente os Estados Unidos sob influência de Trump.

Esse cenário começou a ruir quando Lula assumiu a presidência e passou a reconstruir a imagem diplomática do Brasil.

Lula retomou laços com países da Europa, América Latina e Ásia.

Colocou o Brasil de volta ao centro das discussões sobre clima, economia e direitos humanos.

Trouxe de volta o conceito de "Brasil protagonista", equilibrando relações com diferentes potências.

Porém, mesmo com esses avanços, o bolsonarismo ainda confiava que Trump seria um contraponto, principalmente se vencesse as eleições americanas em 2024.

2. A Surpreendente Aproximação de Trump com Lula

Durante a Assembleia Geral da ONU, um movimento inesperado ocorreu: Donald Trump buscou aproximação com Lula.
Segundo relatos, Trump marcou três encontros com Lula durante o evento, gerando surpresa na comunidade internacional e no Brasil.

Essa mudança tem raízes no pragmatismo político. Trump, como candidato em sua própria campanha presidencial, entende que precisa manter boas relações com líderes estratégicos, independentemente de ideologia.
O Brasil, sob o comando de Lula, tem hoje grande peso global em áreas como:

Energia limpa e transição energética.

Alimentos e commodities, essenciais para segurança alimentar mundial.

Amazônia e clima, um tema central nas discussões globais.

Trump não poderia se dar ao luxo de tratar Lula como inimigo e correr o risco de os EUA perderem espaço de influência para China e Europa no Brasil.

3. Impacto Positivo para o Brasil

Para o Brasil, essa aproximação representa uma vitória estratégica:

1. Fortalecimento da soberania – Lula demonstra que o país não depende de nenhuma potência e pode dialogar com diferentes blocos globais.

2. Mais investimentos – Com EUA, Europa e China competindo por espaço no Brasil, aumenta a possibilidade de acordos econômicos vantajosos.

3. Isolamento de narrativas radicais – A imagem de Lula como líder respeitado internacionalmente desmonta a narrativa de que ele seria um presidente isolado ou rejeitado.

O encontro na ONU também reforça a visão de Lula como mediador global, capaz de dialogar com nações que estão em conflito, elevando o prestígio do Brasil na geopolítica.

4. O Isolamento de Bolsonaro e do Bolsonarismo

Se por um lado Lula saiu fortalecido, Bolsonaro e sua base foram diretamente enfraquecidos.

O bolsonarismo sempre usou Trump como símbolo máximo de sua ideologia.
Eduardo Bolsonaro, em especial, cultivou laços próximos com grupos conservadores nos EUA, tentando reproduzir no Brasil a narrativa trumpista.

Agora, com Trump se aproximando de Lula, Bolsonaro perde:

O principal apoio internacional simbólico.

Argumentos para sua narrativa de que teria aliados poderosos no exterior.

Proteção política em processos internacionais e investigações no Brasil.

Sem Trump, Bolsonaro fica isolado e vulnerável, especialmente diante de processos no STF e possíveis investigações sobre a tentativa de golpe em 8 de janeiro.

5. A Polêmica Fala de Eduardo Bolsonaro

Em meio a esse cenário, Eduardo Bolsonaro fez uma declaração que gerou forte repercussão:
ele sugeriu que os Estados Unidos enviassem um porta-aviões para perto do Brasil.

Essa fala pode ser interpretada como um pedido de interferência estrangeira, o que é extremamente grave sob a ótica legal e constitucional.
Se enquadra em crimes como:

Incitação à intervenção estrangeira.

Atos contra a soberania nacional.

Atos antidemocráticos.

Essa declaração coloca Eduardo no centro de uma possível investigação e pode gerar consequências jurídicas severas, tanto para ele quanto para a imagem do bolsonarismo.

6. Como a Comunidade Internacional Vê o Brasil Agora

Com Trump se aproximando de Lula e outros líderes globais já apoiando o Brasil, a percepção internacional mudou drasticamente:

O país volta a ser visto como ator-chave na diplomacia mundial.

A ideia de um Brasil governado por radicais ou isolado do mundo perde força.

Líderes que antes tinham receio de Lula agora se aproximam, buscando diálogo e acordos.

Esse reposicionamento internacional eleva o prestígio brasileiro e coloca Bolsonaro e sua base em posição defensiva, sem espaço para atacar Lula no campo diplomático.

7. A Derrota Estratégica do Bolsonarismo

O bolsonarismo sofre uma derrota em três frentes simultâneas:

1. Política internacional – perde Trump como aliado estratégico.

2. Narrativa interna – não pode mais sustentar que Lula está isolado.

3. Base jurídica – com Eduardo Bolsonaro se expondo em falas perigosas, abre-se caminho para investigações e punições.

Essa derrota enfraquece o movimento e pode comprometer a capacidade de mobilização para 2026.

Um Novo Tabuleiro Global

A aproximação de Trump com Lula representa uma virada histórica.
Enquanto Lula se consolida como líder global e fortalece a imagem do Brasil, Bolsonaro e sua base ficam sem referências externas e perdem espaço na política nacional.

Esse movimento traz ganhos concretos para o Brasil:

Mais investimentos.

Mais acordos internacionais.

Mais equilíbrio diplomático.

E sinaliza que, na política internacional, pragmatismo fala mais alto do que ideologia.
Trump, mesmo sendo conservador, optou por fortalecer laços com Lula em nome dos interesses estratégicos dos Estados Unidos.

Para o bolsonarismo, esse é um golpe duríssimo, que exige reavaliação de estratégias e pode marcar o início de um isolamento político sem precedentes.

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

A Entrega da Impunidade: Quando a Direita Passa a Bandeira para a Esquerda

Nos últimos dias, vimos um movimento no Congresso que escancarou uma contradição histórica.
A direita e o Centrão, que durante anos se apresentaram como os paladinos da moralidade, agora trabalham para aprovar uma PEC que blinda políticos de serem responsabilizados e ainda tentam anistiar os envolvidos nos ataques de 8 de janeiro, que tentaram derrubar o resultado das urnas.

Ao insistirem nessas pautas, eles entregaram à esquerda algo que parecia perdido: a bandeira do combate à impunidade.
Agora, são os setores progressistas que defendem a ideia simples, mas poderosa, de que ninguém pode estar acima da lei — nem políticos, nem golpistas.

Esse embate vai muito além de uma disputa partidária. Ele define se teremos um país em que as regras valem para todos ou apenas para quem tem poder e influência.
Se a sociedade enxergar isso com clareza, 2026 pode ser o ano em que a narrativa muda de lado — e aqueles que tentaram se proteger serão lembrados como os verdadeiros defensores da impunidade.