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terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Emanuel Venâncio: Um Educador Que Está Transformando Vidas em Moçambique

Em meio a uma geração movida pela tecnologia e pela velocidade das redes sociais, algumas pessoas conseguem ir além da tela e transformar impacto digital em impacto real. Entre esses nomes está Emanuel Venâncio, professor moçambicano e criador de conteúdo que vem construindo uma trajetória de solidariedade, educação e dedicação ao próximo.
Mesmo com recursos limitados, Emanuel encontrou nas plataformas digitais uma forma de conectar pessoas, contar histórias e mobilizar ajuda para famílias e comunidades que enfrentam desafios diários. Seu trabalho não é institucional, não é político: é humano. E é justamente esse compromisso com o bem que vem inspirando milhares de seguidores em Moçambique, no Brasil e em outros países.

Educação como ponto de partida

Antes de se tornar influenciador, Emanuel já era professor. E isso aparece em tudo o que faz: na forma como fala com as crianças, na maneira respeitosa de abordar as famílias, na consciência de que a educação transforma vidas.
Várias das ações que ele desenvolve atualmente estão ligadas diretamente à escolaridade. Com apoio de seguidores, Emanuel já ajudou a reformar escolas, reconstruir salas de aula e garantir condições melhores para estudantes de regiões carentes. A educação é o centro de sua missão.

Projetos sociais que chegam a quem mais precisa

Com transparência e simplicidade, Emanuel mostra o dia a dia das comunidades que visita:

famílias que recebem alimentos;

crianças que ganham uma refeição especial;

mulheres e idosos contemplados com roupas, mantimentos e cuidados;

casas humildes que passam por reforma;

e, em alguns casos, construções completas, que devolvem dignidade a quem perdeu tudo.

Essas ações só são possíveis graças a uma corrente generosa formada em grande parte por seguidores brasileiros — muitos deles tocados pelas histórias reais que ele compartilha.

Emanuel não promete nada além do que pode fazer. E tudo o que faz, ele mostra: desde a compra dos materiais até o acompanhamento final.

A futura ONG: um passo natural e responsável

Com o crescimento do alcance e dos projetos, nasceu a necessidade de organizar as ações de forma mais estruturada. Por isso, está em andamento a criação de uma ONG oficial, que dará ainda mais responsabilidade, transparência e capacidade de atuação.
A ONG não é para fins políticos — é para ajudar.
Ela permitirá que todas as ações sigam regras claras, respeitadas por qualquer instituição séria, e garantirá mais segurança para quem deseja contribuir.

Um exemplo que inspira sem atacar ninguém

É importante lembrar: Emanuel não atua contra governo, contra instituições ou contra qualquer pessoa. Seu trabalho não é de oposição — é de apoio às famílias que mais precisam. Ele sempre age com respeito, ética e empatia. Seu objetivo é ajudar, não se envolver em conflitos.

E justamente por agir com serenidade e equilíbrio, ele conquistou a confiança de milhares.

Como ajudar — se desejar

Muitas pessoas perguntam como podem colaborar com o trabalho dele.
Para quem deseja participar dessa corrente do bem, o próprio Emanuel disponibiliza em suas redes sociais uma chave Pix para doações destinadas às ações sociais e, futuramente, à ONG em construção.

LulaPix:
📌 71835984118
(Chave PIX disponibilizada pelo próprio Emanuel em seu perfil público)

Qualquer valor faz diferença — e a transparência sempre foi marca de tudo que ele realiza.

Um futuro de esperança

O impacto de Emanuel Venâncio não está apenas nas doações ou no trabalho social. Está no exemplo. Ele mostra que cada pessoa pode fazer a diferença onde está — e que a solidariedade não tem fronteiras.

Moçambique sempre foi uma terra de gente forte, acolhedora e determinada. Emanuel é parte dessa força. E enquanto continuar trabalhando com humildade, respeito e dedicação, continuará inspirando muitos outros.

Seu nome não precisa de holofotes.
Ele precisa apenas continuar fazendo o que sempre fez: ajudar, ensinar e transformar vidas.

segunda-feira, 10 de novembro de 2025

🌹 Tiana: a travesti de 92 anos que virou símbolo de resistência no Brasil

Em um país onde a expectativa de vida de pessoas trans e travestis gira em torno de apenas 35 anos, segundo dados da ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais), o fato de Tiana ter chegado aos 92 anos de idade é, por si só, um ato de resistência e milagre.

Moradora de Governador Valadares (MG), Tiana é reconhecida como a travesti mais idosa do Brasil. Negra, de origem humilde e profundamente religiosa, ela construiu sua história desafiando preconceitos, violências e exclusões que marcaram a vida de muitas pessoas trans ao longo das décadas. Sua fé e coragem a tornaram uma referência viva de força e dignidade.

Agora, a história dessa mulher inspiradora ganha destaque nacional com o curta-documental “Meu Nome é Tiana”, dirigido por Dafny Bastet, que estreia dia 10 de novembro na HBO e HBO Max, e também será exibido no canal TLC no dia 18/11, às 23h50.
O filme integra o programa Narrativas Negras Não Contadas – Black Brazil Unspoken, iniciativa da Warner Bros. Discovery (WBD Access) que apoia talentos negros no audiovisual brasileiro.

Segundo a diretora, o documentário é uma celebração da vida, fé e resistência de Tiana:

> “Tiana me ensina a viver com mais coragem. Espero que o filme inspire outras pessoas a serem fiéis a si mesmas, sem medo de ser feliz”,
declarou Dafny Bastet.

Em meio à violência e à intolerância ainda enfrentadas pela população LGBTQIAPN+, Tiana é um farol de esperança. Sua longevidade é um lembrete poderoso de que ser quem se é, com orgulho e fé, é uma das formas mais belas de enfrentar o mundo.
Mesmo aos 92 anos, ela continua sendo presença ativa na comunidade de Governador Valadares — uma mulher que uniu fé e identidade, sem renunciar a nenhuma das duas.

O filme “Meu Nome é Tiana” promete emocionar e inspirar, mostrando que a força de uma vida pode romper todas as barreiras.
Tiana é, acima de tudo, uma guerreira brasileira, cuja história merece ser contada, celebrada e lembrada como símbolo de resiliência, fé e amor próprio.

📺 Estreia

HBO Max e HBO: 10 de novembro

TLC: 18 de novembro, às 23h50

📚 Fontes consultadas: Revista Afirmativa, Observatório G, Cinemateca Brasileira, Black Company, ANTRA, Warner Bros. Discovery.
📍 Governador Valadares (MG)


sábado, 1 de novembro de 2025

💣 BOMBA! A CAIXA VAI ENTRAR NO MUNDO DAS BETS – E O GOVERNO AINDA NÃO SABE SE GOSTA DISSO

Eu vou ser direto: essa notícia pode mudar o jogo — e não é força de expressão. Está circulando que a Caixa Econômica Federal, o banco público mais tradicional do país, vai lançar sua própria plataforma de apostas esportivas online, apelidada de “Bet da Caixa”.

O plano é entrar de vez nesse mercado que, até pouco tempo atrás, era dominado por sites privados com nomes chamativos e propagandas em todos os cantos da internet. Agora, quem chega é o Estado brasileiro, colocando o pé num setor que movimenta bilhões de reais, mas também levanta questões morais e sociais profundas.

E é aí que a história fica interessante.

De um lado, é uma jogada estratégica. As loterias tradicionais da Caixa vêm perdendo força, principalmente entre os jovens, que preferem a adrenalina das apostas esportivas. Criar uma plataforma própria pode ser uma forma de recuperar arrecadação e competir de igual para igual com as bets privadas.

Mas do outro lado — e esse é o ponto que gera desconforto político — está a contradição moral e social.
Como uma instituição pública, criada para promover políticas sociais e ajudar na distribuição de renda, pode agora incentivar um tipo de jogo que, segundo especialistas, pode causar vício, endividamento e desequilíbrio familiar?

Essa é a pergunta que o governo vai ter que responder — e rápido.

Há rumores de que o presidente Lula não teria gostado da ideia. E, sinceramente, faz sentido. Um governo que defende o trabalhador e fala em cuidar do povo pode se ver num dilema ético: apostar na arrecadação ou na prudência?

Na prática, o que parece é que a Caixa tenta modernizar sua imagem, entrar na era digital e não perder espaço num setor que só cresce. Só que há um risco real de o Estado cruzar uma linha tênue entre “jogo controlado” e “jogo patrocinado pelo próprio governo”.

Os dados mostram que o Brasil está caminhando para se tornar um dos maiores mercados de apostas do mundo. Só em 2024, esse setor movimentou mais de R$ 20 bilhões. Se a Caixa conseguir capturar uma fatia disso, o lucro será gigantesco. Mas a pergunta que fica é: a que custo social?

O Brasil sempre teve uma relação ambígua com o jogo. Quando é proibido, ele sobrevive nas sombras. Quando é liberado, vira febre nacional. Agora, quando o jogo passa a ser negócio do próprio Estado, estamos entrando numa nova fase — onde o moral, o político e o econômico se misturam como nunca.

Se Lula vai permitir ou vetar, apoiar ou recuar, ainda não dá pra saber. Mas uma coisa é certa: o “Bet da Caixa” vai fazer barulho.
E talvez essa seja a aposta mais arriscada que o governo já fez.

quinta-feira, 23 de outubro de 2025

🚨 Acabou a farra dos ciclomotores! Nova lei vai mudar tudo a partir de 2026


Nos últimos anos, o número de ciclomotores, especialmente os modelos elétricos, cresceu de forma impressionante no Brasil. Eles são econômicos, práticos e caíram no gosto popular. Mas, junto com o crescimento, veio também um aumento preocupante de imprudência nas ruas.

É cada vez mais comum ver pessoas pilotando sem capacete, sem habilitação, e até usando o celular enquanto dirigem. Eu mesmo já vi cenas absurdas — como uma mulher que parou o ciclomotor no meio da rua, sem motivo, só pra olhar o celular. Um simples descuido que poderia ter terminado em tragédia.

Pois é... essa farra está com os dias contados.
A partir de 1º de janeiro de 2026, entra em vigor a nova regra do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). E agora é pra valer:

✅ Quem pilota ciclomotor vai precisar ter habilitação (categoria A ou ACC)
✅ Capacete será obrigatório
✅ O veículo deverá estar emplacado e licenciado

Essas medidas não são apenas burocracia — são questões de vida ou morte. Segundo dados de segurança viária, o uso do capacete reduz em até 70% o risco de morte em acidentes com motos e ciclomotores. Mesmo assim, muitos ainda insistem em pilotar sem ele, como se nada pudesse acontecer.

O que está em jogo não é só cumprir uma lei.
É respeitar a própria vida e a dos outros.
A imprudência virou rotina, e só com regras mais rígidas e fiscalização constante é que o trânsito poderá se tornar mais seguro.

Regularizar o ciclomotor, usar o capacete e ter habilitação não é um castigo — é um ato de responsabilidade e respeito coletivo. Quem reclama dessa nova lei, na verdade, está se opondo à segurança.

🚦 A nova lei vem para organizar, proteger e conscientizar.
O trânsito é um espaço compartilhado, e a liberdade de um termina onde começa o risco do outro.

✍️ Por Adeilson Oliveira
Guia e cidadão Articulista e Cidadão consciente
#TrânsitoSeguro #Ciclomotor #NovaLei2026 #ConsciênciaNoTrânsito

terça-feira, 21 de outubro de 2025

Quando o Microfone Vira Espelho

   Vereadora rir sozinha após cantar na seção 
 
Adeilson Oliveira

Durante uma sessão da Câmara de Itatiaia, a vereadora Elis (Avante) decidiu cantar um trecho de Chitãozinho & Xororó. Um gesto aparentemente simples, despretensioso — quase um momento de leveza. Mas há lugares onde o riso pesa, e o som ecoa diferente. O plenário, afinal, é o coração da política municipal. E quando o coração se distrai, a cidade sente.

Na minha opinião, o microfone de uma vereadora não é um brinquedo. Ele carrega o peso da voz de centenas de eleitores, de esperanças silenciosas e promessas feitas na urna. Quando esse microfone se transforma em instrumento de descontração, o povo, que acompanha em casa, se pergunta: quem está cuidando das causas enquanto o som toca?


É preciso reconhecer que Elis tem iniciativas importantes. Levou crianças para um passeio no Rio de Janeiro, participou de ações no Dia das Crianças e se envolve em projetos comunitários. Isso mostra empatia e presença. Mas política é mais do que presença física — é presença moral, é saber onde se está e o que se representa. Uma boa ação não se sustenta sozinha se o comportamento, mesmo que por segundos, desvia do eixo da responsabilidade.

E aqui vai meu recado, não de adversário, mas de cidadão atento: quem assume um mandato carrega um símbolo. Cada palavra, cada sorriso, cada brincadeira — tudo vira mensagem. O povo de Itatiaia precisa de representantes que saibam equilibrar leveza e seriedade, empatia e autoridade. Porque o microfone que hoje diverte é o mesmo que amanhã será cobrado por respostas.

O poder político tem suas sutilezas. Ele não grita, ele sussurra. E quando o povo começa a ouvir desafinado, é sinal de que algo está fora do tom.

Portanto, vereadora, afine o instrumento do mandato. Continue ajudando, participando, mostrando empatia. Mas lembre-se: o plenário não é palco, é espelho. E o reflexo que se projeta ali é o que o povo levará na memória quando a música parar.

E para encerrar — afinada como cantora, sim, mas dessa vez, desafinou como vereadora.


Confira abaixo o vídeo da sessão:

sábado, 27 de setembro de 2025

O Pesadelo na Pousada


Eu me deitei para descansar naquela noite na pousada, querendo só uns minutos de paz. Fechei os olhos e o sono veio rápido, profundo, mas carregado de uma sensação estranha. Algo no ar parecia pesado, como se houvesse uma presença me observando.

De repente, me vi deitado na cama do quarto. Virei a cabeça para o lado... e lá estava ele: Jason, o assassino mascarado dos filmes de terror, parado, imóvel, com uma faca enorme na mão. Naquele instante, o medo tomou conta de mim. Meu coração disparou e, num impulso, eu pulei da cama e saí correndo, enquanto ele vinha atrás de mim, pronto para me atacar.

Corri por um corredor estreito e entrei em outro cômodo, batendo a porta atrás de mim. Quando olhei ao redor, ele simplesmente sumiu, como se nunca tivesse estado ali. Respirei fundo, tentando me acalmar, e voltei ao quarto. Foi então que senti um frio na espinha: eu me vi deitado novamente na cama, exatamente como antes.

Desesperado, corri de novo, dessa vez para fora da pousada. Enquanto corria, peguei o celular e comecei a ligar para a polícia, falando sem parar, pedindo socorro. A DPO ficava perto dali, e eu fui direto para lá. Quando cheguei, já havia uma multidão em frente à pousada. Dois policiais me acompanharam de volta.

No meio da confusão, veio a revelação: o homem mascarado não era Jason, mas sim o Coruja — alguém que eu conhecia. Meu coração ficou em pedaços. Era como se o mundo tivesse virado do avesso.

Mais tarde, já perto das quatro da manhã, eu consegui adormecer novamente. Mas, de repente, acordei assustado ao ouvir uma voz suave e clara me chamando:
— Neném!

Abri os olhos na hora, olhei ao redor... não havia ninguém. Só o quarto silencioso, mergulhado na escuridão.

Fiquei ali, imóvel, tentando entender. Foi apenas um sonho? Um aviso? Ou algo que eu não consigo explicar?

Naquele instante, só consegui sentir uma certeza: nem todo terror fica preso nos filmes, e nem toda voz vem de alguém que podemos ver.

sexta-feira, 26 de setembro de 2025

São Cosme e São Damião: Generosidade, Doçura e Tradição Popular no Brasil

O dia 27 de setembro é especial no Brasil: é o dia de São Cosme e São Damião, santos gêmeos conhecidos por sua generosidade, dedicação aos doentes e amor às crianças. A festa que leva seus nomes mistura fé, cultura popular e solidariedade, sendo celebrada tanto em igrejas quanto nas ruas, com uma tradição que conquistou todas as regiões do país: a distribuição de doces.

A História dos Santos

Cosme e Damião eram irmãos gêmeos que viveram no século III na cidade de Cilícia, região que hoje pertence à Turquia. Formados em medicina, praticavam a caridade, atendendo gratuitamente todos que precisavam de ajuda. A fama de sua generosidade se espalhou, e eles foram martirizados por se recusarem a abandonar a fé cristã. No Brasil, a devoção a eles se intensificou, especialmente no Nordeste e Sudeste, tornando-os protetores das crianças e símbolo de cuidado e solidariedade.

Por Que Distribuir Doces?

O costume de dar doces no dia 27 de setembro tem raízes profundas na história e na cultura brasileira:

1. Representação da generosidade: Dar doces simboliza o cuidado gratuito que os santos ofereciam aos necessitados.

2. Foco nas crianças: Cosme e Damião são considerados protetores dos pequenos, e o gesto de entregar balas, pirulitos ou bolos reflete carinho e atenção.

3. Valor simbólico dos doces: Na época colonial, doces eram raros e valiosos, e distribuí-los significava compartilhar algo precioso.

4. Tradição de partilha: Famílias e comunidades adotaram o costume como um ato coletivo de união e solidariedade, ensinando às crianças o valor da generosidade.

Como a Festa É Comemorada pelo Brasil

Embora tenha origem religiosa, a festa de São Cosme e São Damião se espalhou pelo país como uma celebração popular, com costumes que variam de região para região:

Distribuição de doces: Em cidades grandes e pequenas, crianças recebem balas, bolos e pirulitos de vizinhos e familiares.

Festas comunitárias: Igrejas, escolas e associações promovem quermesses, brincadeiras e apresentações culturais.

Missas e celebrações religiosas: As paróquias realizam missas, bênçãos das crianças e dos alimentos distribuídos.

Eventos culturais: Encenações da vida dos santos, procissões e pequenas peças teatrais são comuns em algumas cidades, reforçando a história e os valores dos santos.

Adaptação regional: No Nordeste, a festa tem clima de quermesse; no Sudeste, há famílias que preparam cestas de doces para a vizinhança; em regiões do Sul, a distribuição é combinada com encontros comunitários.

Curiosidades

A tradição de distribuir doces se tornou tão popular que, em muitas regiões, crianças de todas as crenças esperam ansiosamente o dia 27 para receber balas e pirulitos.

Em algumas cidades do Nordeste, o costume se mistura com festas juninas, com barraquinhas de doces e brincadeiras típicas.

Na Umbanda e na Candomblé, Cosme e Damião são associados a entidades infantis e protetores das crianças, reforçando a relação da festa com cuidado e alegria.

A festa de São Cosme e São Damião é um exemplo de como a religião, a cultura popular e a solidariedade se entrelaçam no Brasil. Mais do que celebrar santos, o dia 27 de setembro é um momento de partilha, carinho e alegria, ensinando às crianças e adultos que a generosidade pode ser simples, doce e acessível a todos.