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quinta-feira, 23 de outubro de 2025

🚨 Acabou a farra dos ciclomotores! Nova lei vai mudar tudo a partir de 2026


Nos últimos anos, o número de ciclomotores, especialmente os modelos elétricos, cresceu de forma impressionante no Brasil. Eles são econômicos, práticos e caíram no gosto popular. Mas, junto com o crescimento, veio também um aumento preocupante de imprudência nas ruas.

É cada vez mais comum ver pessoas pilotando sem capacete, sem habilitação, e até usando o celular enquanto dirigem. Eu mesmo já vi cenas absurdas — como uma mulher que parou o ciclomotor no meio da rua, sem motivo, só pra olhar o celular. Um simples descuido que poderia ter terminado em tragédia.

Pois é... essa farra está com os dias contados.
A partir de 1º de janeiro de 2026, entra em vigor a nova regra do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). E agora é pra valer:

✅ Quem pilota ciclomotor vai precisar ter habilitação (categoria A ou ACC)
✅ Capacete será obrigatório
✅ O veículo deverá estar emplacado e licenciado

Essas medidas não são apenas burocracia — são questões de vida ou morte. Segundo dados de segurança viária, o uso do capacete reduz em até 70% o risco de morte em acidentes com motos e ciclomotores. Mesmo assim, muitos ainda insistem em pilotar sem ele, como se nada pudesse acontecer.

O que está em jogo não é só cumprir uma lei.
É respeitar a própria vida e a dos outros.
A imprudência virou rotina, e só com regras mais rígidas e fiscalização constante é que o trânsito poderá se tornar mais seguro.

Regularizar o ciclomotor, usar o capacete e ter habilitação não é um castigo — é um ato de responsabilidade e respeito coletivo. Quem reclama dessa nova lei, na verdade, está se opondo à segurança.

🚦 A nova lei vem para organizar, proteger e conscientizar.
O trânsito é um espaço compartilhado, e a liberdade de um termina onde começa o risco do outro.

✍️ Por Adeilson Oliveira
Guia e cidadão Articulista e Cidadão consciente
#TrânsitoSeguro #Ciclomotor #NovaLei2026 #ConsciênciaNoTrânsito

terça-feira, 21 de outubro de 2025

Quando o Microfone Vira Espelho

   Vereadora rir sozinha após cantar na seção 
 
Adeilson Oliveira

Durante uma sessão da Câmara de Itatiaia, a vereadora Elis (Avante) decidiu cantar um trecho de Chitãozinho & Xororó. Um gesto aparentemente simples, despretensioso — quase um momento de leveza. Mas há lugares onde o riso pesa, e o som ecoa diferente. O plenário, afinal, é o coração da política municipal. E quando o coração se distrai, a cidade sente.

Na minha opinião, o microfone de uma vereadora não é um brinquedo. Ele carrega o peso da voz de centenas de eleitores, de esperanças silenciosas e promessas feitas na urna. Quando esse microfone se transforma em instrumento de descontração, o povo, que acompanha em casa, se pergunta: quem está cuidando das causas enquanto o som toca?


É preciso reconhecer que Elis tem iniciativas importantes. Levou crianças para um passeio no Rio de Janeiro, participou de ações no Dia das Crianças e se envolve em projetos comunitários. Isso mostra empatia e presença. Mas política é mais do que presença física — é presença moral, é saber onde se está e o que se representa. Uma boa ação não se sustenta sozinha se o comportamento, mesmo que por segundos, desvia do eixo da responsabilidade.

E aqui vai meu recado, não de adversário, mas de cidadão atento: quem assume um mandato carrega um símbolo. Cada palavra, cada sorriso, cada brincadeira — tudo vira mensagem. O povo de Itatiaia precisa de representantes que saibam equilibrar leveza e seriedade, empatia e autoridade. Porque o microfone que hoje diverte é o mesmo que amanhã será cobrado por respostas.

O poder político tem suas sutilezas. Ele não grita, ele sussurra. E quando o povo começa a ouvir desafinado, é sinal de que algo está fora do tom.

Portanto, vereadora, afine o instrumento do mandato. Continue ajudando, participando, mostrando empatia. Mas lembre-se: o plenário não é palco, é espelho. E o reflexo que se projeta ali é o que o povo levará na memória quando a música parar.

E para encerrar — afinada como cantora, sim, mas dessa vez, desafinou como vereadora.


Confira abaixo o vídeo da sessão: